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MAIS UMA PIRATARIA...

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MAIS UMA "PIRATARIA"…DESTA VEZ ALÉM FRONTEIRA.

As empresas portuguesas afetas ao transporte pesado de mercadorias, as que se dedicam há anos à prática do “dumping social” concorrendo de forma desleal com outras empresas no espaço europeu, através do pagamento de baixos salários e adotando formas de remuneração mensal fraudulentas como por exemplo o pagamento ao quilómetro ou à viagem proibidos pela legislação europeia, foram agora confrontadas com medidas de alguns países da U.E., nomeadamente a França que aprovou legislação interna no sentido de combater e eliminar a concorrência desleal, de que estão a ser alvos.
Para o efeito aprovaram a aplicação de multas avultadas para as empresas que transitam no espaço francês e que paguem salários aos seus trabalhadores abaixo do salário mínimo que se pratica em França.
As empresas portuguesas em vez de alterarem a forma fraudulenta de pagamento das remunerações mensais aos seus trabalhadores e, de melhorarem os seus salários, o que fizeram?
Muito simples, de forma habilidosa vão enganar as autoridades francesas através de uma declaração da qual o motorista é portador, com um valor de hora que não tem qualquer correspondência efetiva com o salário praticado nessas empresas.
Porque não podemos pactuar com tamanhas e autenticas "piratarias" protagonizadas pelos operadores portugueses o STRUP, denunciou esta situação junto da segurança social, entidade que pode de facto comprovar as verdadeiras declarações feitas pelos empregadores portugueses.

CARTA À SEGURANÇA SOCIAL

EXEMPLO DE UMA DECLARAÇÃO DAS EMPRESAS


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Actualizado em Quinta, 24 Novembro 2016 12:15
 

JORNADA DE LUTA DO SECTOR EMPRESARIAL DO ESTADO

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ao.23.11.2016.setor ee

Mais de mil trabalhadores das empresas públicas de transportes (Carris; CarisBus; CarrisTur; Metro; CP; IP; EMEF; Transtejo; Soflusa) concentraram-se e desfilaram, em Lisboa, no dia 23 de novembro de 2016, em defesa da contratação colectiva, em defesa do serviço público de qualidade e contra a precariedade nas relações de trabalho.

Foi uma iniciativa convocada por 30 organizações – Sindicatos e Comissões de Trabalhadores - destas empresas e foi mais uma etapa da luta em torno das reivindicações contidas na carta de 3 de Novembro enviada a todos os grupos parlamentares em que se reivindica o fim da suspensão dos Acordos de Empresa em função dos conteúdos dos Orçamentos do Estado e do Decreto Lei 133/2013, em que se reclama a passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários e admissão dos trabalhadores em falta e em que se exige o investimento nas empresas para que estas tenham as condições de prestar um serviço público de qualidade e seguro.

Em resultado das acções desenvolvidas encontram-se, hoje, em sede de comissão parlamentar, propostas dos diversos partidos, que nos dão a garantia de que a versão final de OE não será igual à proposta inicial e, a partir daquilo que for aprovado, as organizações de trabalhadores analisarão as futuras acções a desenvolver.

Em frente à Assembleia da República os trabalhadores receberam a solidariedade dos grupos parlamentares do PCP e dos Verdes, que se deslocaram ao local para saudar a luta de quem trabalha.

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Actualizado em Quinta, 24 Novembro 2016 11:06
 

ACORDO NO METROPOLITANO DE LISBOA

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Ontem, dia 16 de novembro de 2016,  às 14h30 m no PMO III, na presença do Presidente do CA e restantes membros, concretizou-se mais um dos objectivos dos Trabalhadores, aqui representados pelas ORT´s subscritoras do AE I ainda vigente, para o qual a FECTRANS/STRUP, hoje como no passado teve um papel preponderante, sem demagogias ou falsas promessas, mas com ponderação, verdade, equilíbrio e sobretudo responsabilidade, perante todos os seus associados, com a finalidade de em tempo útil não deixar passar ao lado a oportunidade que muitos acharam impossível.

COMUNICADO

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Actualizado em Quinta, 17 Novembro 2016 11:57
 

ACÇÃO DE LUTA

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Actualizado em Quinta, 17 Novembro 2016 11:32
 

CONTRIBUTOS PARA A HISTÓRIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO

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A CGTP-IN realizou, no dia 11 de Outubro no Teatro da Trindade, em Lisboa, a apresentação do II Volume “Contributos para a História do Movimento Operário e Sindical”; numa cerimónia inserida nas comemorações do 46º aniversário da central sindical, ocorrido no passado dia 1 de Outubro. Obra alicerçada em factos documentados e vividos, o livro “Contributos para a História do Movimento Operário e Sindical: 1977-1989” resulta do contributo de sindicalistas que participaram activamente na intensa vida sindical e no quase sempre acirrado combate político durante o período abordado, pelo que flui nele a carga emotiva de quem tomou parte nos acontecimentos de forma engajada, num tom por vezes carregado, mais próximo do usado à época do que do hodierno e anódino politicamente correcto. Os acontecimentos e os seus intervenientes, pessoas e instituições, são expostos em imagens com as cores fortes, vividas, do momento em que ocorreram, sem filtros nem embotadas pelo tempo e pelas conveniências.

A par do relato da luta por melhores condições de vida e de trabalho, estes Contributos são também a história do combate por princípios e valores inscritos na Constituição da República, alguns só até à revisão de 1989, como sejam a defesa da reforma agrária, do sector empresarial do estado ou da irreversibilidade das nacionalizações. Este foi um combate desigual porque a contra-revolução já se instalara no poder e usava o aparelho de Estado para destruir as conquistas de Abril. Houve assassínios, bombas, incêndios e assaltos a instalações de partidos de esquerda, designadamente do PCP e do MDP/CDE, de sindicatos e uniões), a GNR e a polícia de choque foram usadas para tentar impor a lei da força face às investidas contra-revolucionárias.

No plano mais estrito do sindicalismo, o facto de a obra ser da autoria de intervenientes em muitos dos acontecimentos relatados dá-nos uma perspectiva de bastidores importante para os jovens quadros sindicais, tanto dos aspectos orgânicos das tomadas de decisão que caracterizam a CGTP-IN enquanto central sindical de classe e unitária, como dos conflitos e das tensões geradas nesses momentos. Este foi um dos períodos mais intensos que o sindicalismo português já conheceu, bem espelhado na obra.

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Actualizado em Sexta, 14 Outubro 2016 10:33
 

ACÇÃO DOS MOTORISTAS DE TÁXI

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somos.txi

ESCLARECIMENTO


Ainda sobre a ação dos motoristas de táxi realizada no passado dia 10 de outubro de 2016.

Transmitir aos associados do STRUP e trabalhadores do setor de transportes em geral que a ação mencionada foi da responsabilidade das entidades que a convocaram ou seja, ANTRAL e FPT. (duas associações patronais)
É verdade que o STRUP esteve presente no inicio da concentração, de pleno direito, uma vez que ali estavam concentrados trabalhadores por conta de outrem e trabalhadores cooperantes, alguns deles nossos filiados a quem distribuímos um projeto de revisão do seu contrato coletivo de trabalho, contendo as matérias que pretendemos negociar com as associações patronais, ANTRAL e FPT.
Não temos qualquer responsabilidade na organização da referida ação e os interesses que nos moveram não são os mesmos que moveram os empregadores organizadores e todos os trabalhadores por conta própria que ali se encontravam.
É necessário esclarecer que os motoristas de táxi não se caracterizam todos da mesma forma ou seja, uns são grandes industriais, outos são pequenos industriais, outros são trabalhadores por conta própria, existem ainda os cooperantes e finalmente os trabalhadores por conta de outrem.
Isto para dizer, que o STRUP apenas representa os interesses dos motoristas de táxi cooperantes e dos motoristas de táxi trabalhadores por conta de outrem.
Ora, posto isto, ao STRUP apenas preocupa as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores (o horário de trabalho, os tempos de descanso, os salários e muitos outros direitos) por si representados independentemente da entidade empregadora para que prestam a sua atividade profissional.
Isto não significa que nos alheamos das grandes questões setoriais como por exemplo, qualquer tipo de “dumping” que ponha em causa a situação social dos trabalhadores por conta de outrem ou cooperantes deste setor de atividade.
Não compreendemos, como é possível em Portugal e em alguns outros países da União Europeia, o exercício da atividade por empresa ou empresas, tenham elas o formato que tiverem, fora das regras instituídas.
Não é por nós aceitável que o governo de Portugal, ignore simplesmente, o entendimento dos tribunais quanto ao exercício ilegal destas empresas e permita que estas continuem a laborar como se nada se passasse.
Não nos preocupa, nem a forma nem o conteúdo dessas empresas desde que estejam no mercado e cumpram as regras instituídas nesse mesmo mercado.
Relativamente aos trabalhadores por conta de outrem que exercem a sua atividade nestas empresas apenas apelamos à sua sindicalização no STRUP para que no presente e no futuro tenham os seus interesses melhor defendidos.
Já quanto aos tristes acontecimentos ocorridos durante a ação, os insultos e vandalismo da viatura, são a qualquer nível reprováveis e, no nosso entender, em nada contribuíram para a resolução do problema, antes pelo contrário, apenas contribuíram para piorar a imagem do motorista de táxi junto da opinião publica.
Esperamos ter contribuído para clarificar a posição do STRUP neste problema que envolve o setor dos táxis em Portugal.

Lisbia, 11 de Outubro de 2016 

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Actualizado em Terça, 11 Outubro 2016 13:32
 

AOS TRABALHADORES DOS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS

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aviso.importante

Vamos dar inicio a mais um ano de negociação coletiva dos contratos de trabalho do setor. No imediato de todos aqueles que produzem efeitos a janeiro e sucessivamente os restantes que produzem efeitos a março, junho e julho.
O STRUP tem por missão melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores de setor dos transportes rodoviários e urbanos de Portugal.
A negociação coletiva constitui um meio importante para alcançar o objetivo referido.

LER COMUNICADO COMPLETO

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Actualizado em Quinta, 06 Outubro 2016 14:36
 
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DESTAQUES FECTRANS

Trabalhadores e utentes querem respostas urgentes
Para exigir medidas concretas que invertam o caminho de degradação do serviço público de transportes e na defesa do alargamento da oferta, da melhoria da qualidade e segurança do transporte público e com preços acessíveis, trabalhadores e utentes concentraram-se e manifestaram-se, hoje, na cidade de Lisboa, onde aprovaram a seguinte moção para entregar ao governo:

DESTAQUES CGTP-IN

Reivindicar e Lutar 26 a 30 de Setembro - Tempo de Antena
Vamos assinalar o 46º aniversário da CGTP-IN com a realização de uma “Semana Nacional de Esclarecimento, Reivindicação e Luta” entre os dias 26 e 30 de Setembro. Porque precisamos prosseguir com a reposição de rendimentos e direitos. Porque não aceitamos retrocessos.
Utentes exigem melhores tansportes públicos
Realiza-se hoje, 22 de Setembro, às 18:00 horas, no Cais do Sodré, em Lisboa, a acção de protesto para exigir um melhor serviço público de transportes, organizado pela CUTL - Comissão de Utentes dos Transportes, com o apoio da FECTRANS - Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações e dos sindicatos dos transportes.

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