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RESOLUÇÃO DOS TRABALHADORES DA TST

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RESOLUÇÃO


Considerando que mais uma vez, a administração da TST encerrou o processo de revisão do Acordo de Empresa, sem acordo, aplicando por ato de gestão uma atualização salarial apenas com incidência na tabela de 1% o que equivale a um aumento mensal de 6,30 €;

Considerando que em relação a todas as rúbricas de expressão pecuniária com particular destaque para as diuturnidades e subsídio de refeição, não se verifica qualquer atualização desde há mais de 15 anos;

Considerando que a empresa continua a ignorar a lei em vigor em relação à utilização do denominado tempo de disponibilidade bem como à forma do seu pagamento em prejuízo dos trabalhadores;

Considerando que a empresa continua a ignorar o direito já vencido pelos trabalhadores relativamente aos descansos compensatórios pelo trabalho suplementar prestado, mantendo a divida, e pagando aos trabalhadores apenas quando estes recorrem para o tribunal;

Considerando que alguns motoristas, devidamente escalados pelos serviços da empresa, não lhes é possível iniciar o trabalho diário por falta de viatura para o efeito;

Considerando que o direito à Formação Profissional, não está a ser respeitado pela empresa, provocando avultados custos aos trabalhadores;

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Actualizado em Quarta, 16 Março 2016 17:00 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DA TST

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AOS TRABALHADORES DA TRANSPORTES SUL DO TEJO

A CAMINHO DO SALÁRIO MINIMO

Tal como havíamos antecipado no nosso último comunicado a empresa encerra mais um processo de negociações, impondo a sua vontade e a manutenção de baixos salários.
Nada disto é novidade, nem tão-pouco se pode chamar a este processo, negociação coletiva de trabalho, uma vez que, a empresa todos os anos apresenta o mesmo choradinho nas duas primeiras reuniões e uma imposição de atualização de salário (não confundir com aumento de salário) na terceira e ultima reunião.
Os trabalhadores da TST aproximam-se a passos largos do salário mínimo nacional que diga-se, é muito pouco dignificante para quem é exigido tantas responsabilidades e tantas competências profissionais. Sem menosprezo pelas categorias não-especializadas, já se verificam salários mais elevados a este nível que ao nível dos motoristas.
Como se não bastasse, escrevem cartas aos trabalhadores apelando ao seu sentimento e compreensão como se lhes dissessem “desculpem lá mas têm de continuar a pagar com o vosso esforço a nossa incompetência”.
E assim sendo, a história repete-se e tenderá a agravar-se se esta administração não sentir capacidade de unidade e luta por parte dos trabalhadores.

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Actualizado em Quarta, 09 Março 2016 11:12 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DOS TRANSPORTES PESADO DE PASSAGEIROS

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ACERCA DO PROTOCOLO STRUP/ANTROP

SOBRE DESCANSOS COMPENSATÓRIOS

Caros associados do STRUP e trabalhadores em geral,

Fomos mais uma vez invadidos e atacados por um grupelho de ineptos e inadaptados que infelizmente não sabem fazer melhor e nem tão-pouco sabem interpretar 4 páginas de texto.

Caros associados,

Mais importante que os textos ou as palavras, são os factos.

Vejamos,

Na SCOTTURB, empresa de passageiros, sediada em Cascais, foi acionado o protocolo assinado pelo STRUP e pala ANTROP.

Quais são os resultados?

  1. Um grupo de 30 trabalhadores no ativo, a quem foi explicado, como utilizar o protocolo, fez entrega dos seus recibos no STRUP. Apurados os créditos de cada um dos trabalhadores, foi elaborado um processo de reclamação e entregue à administração da empresa. Sem represálias, os trabalhadores foram chamados e acordaram com a empresa o pagamento dos montantes devidos em 5 meses.

     2. Neste momento estão já a aguardar resposta, um segundo grupo de trabalhadores da                     mesma empresa para quem se prevê uma solução idêntica.

LER COMUNICADO COMPLETO

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Actualizado em Sexta, 12 Fevereiro 2016 15:56
 

AOS TRABALHADORES DA TST

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AOS TRABALHADORES DA TRANSPORTES SUL DO TEJO

NEGOCIAÇÃO COLECTIVA – PONTO DE SITUAÇÃO

CONHECER O PASSADO, COMPREENDER O PRESENTE E PROJECTAR O FUTURO

1. Os trabalhadores que hoje trabalham na Transportes Sul do Tejo constituem dois grupos distintos, os que à data da privatização da Rodoviária Nacional faziam parte do CEP 07 e todos o que foram admitidos após a privatização da ex- RN.

2. Aos trabalhadores oriundos da R.N., foram-lhes garantidos todos os direitos constantes do Acordo de Empresa (AE) que então vigorava nos termos do decreto-lei que instituiu a RNIP. Aos admitidos para a TST, foram-lhes oferecidas as mesmas condições por forma a uniformizar as relações de trabalho.

3. A TST é uma empresa filiada na ANTROP, principal Associação Patronal do sector do Transporte Pesado de Passageiros cujo objetivo em matéria de regulação das condições coletivas de trabalho assenta na sua uniformização a partir do CCTV, acordado com o STRUP e publicado no BTE nº 48 de 29 de Dezembro de 2015

4. Para alcançar tal objetivo, todas as empresas oriundas da ex- R.N., denunciaram os AE´s para que fosse publicada a sua caducidade, como já ocorreu na Rodoviária do Tejo, Rodoviária de Lisboa e Rodoviária da Beira Litoral.

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Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2016 19:51 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DA EVA TRANSPORTES

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AOS TRABALHADORES DA EVA TRANSPORTES

NEGOCIAÇÃO COLECTIVA – PONTO DE SITUAÇÃO

CONHECER O PASSADO, COMPREENDER O PRESENTE E PROJECTAR O FUTURO

1. Aos trabalhadores oriundos da R.N., que trabalhavam no CEP 09 e aos que foram admitidos posteriormente, foram-lhes garantidos todos os direitos constantes do Acordo de Empresa (AE) entretanto acodado com a Rodoviária do Algarve, hoje Eva Transportes.
2. A Eva Transportes é uma empresa filiada na ANTROP, principal Associação Patronal do sector do Transporte Pesado de Passageiros cujo objetivo em matéria de regulação das condições coletivas de trabalho assenta na sua uniformização a partir do CCTV, acordado com o STRUP e publicado no BTE nº 48 de 29 de Dezembro de 2015
3. Para alcançar tal objetivo, todas as empresas oriundas da ex- R.N., efetuaram a denuncia para posterior publicação da caducidade dos Acordos de Empresa ainda em vigor, como já ocorreu na Rodoviária do Tejo, Rodoviária de Lisboa e Rodoviária da Beira Litoral.
4. Nas restantes empresas temos conhecimento que a denúncia foi efetuada, aguardando-se que o processo decorra normalmente até à publicação da caducidade como aconteceu nas empresas referidas.
Os efeitos da caducidade dos AE´S, são os previstos no Código de Trabalho ou seja, “Após a caducidade e até à entrada em vigor de outra convenção ou decisão arbitral, mantêm -se os efeitos acordados pelas partes ou, na sua falta, os já produzidos pela convenção nos contratos de trabalho no que respeita a retribuição do trabalhador, categoria e respetiva definição, duração do tempo de trabalho e regimes de proteção social cujos benefícios sejam substitutivos dos assegurados pelo regime geral de segurança social ou com protocolo de substituição do Serviço Nacional de Saúde.”
5. A Eva Transportes, apresentou à FECTRANS para negociação, uma proposta de aplicação aos trabalhadores do novo CCTV do sector privado de passageiros, como um novo AE para substituir o ainda em vigor.

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Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2016 19:41 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA

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AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA

NEGOCIAÇÃO COLECTIVA – PONTO DE SITUAÇÃO

CONHECER O PASSADO, COMPREENDER O PRESENTE E PROJECTAR O FUTURO

1. Os trabalhadores que hoje trabalham na Rodoviária de Lisboa constituem três grupos distintos, os que à data da privatização da Rodoviária Nacional faziam parte DGRL, todos o que foram admitidos após a privatização da ex- RN e mais recentemente os que foram admitidos após a caducidade do Acordo de Empresa.

2. Aos trabalhadores oriundos da R.N., foram-lhes garantidos todos os direitos constantes do Acordo de Empresa (AE) que então vigorava nos termos do decreto-lei que instituiu a RNIP, aos admitidos após a privatização da R.N., foram-lhes oferecidas as mesmas condições por forma a uniformizar as relações de trabalho e os admitidos após a caducidade do AE, a quem se aplica o CCTV do setor privado pesado de passageiros.

3. A RL é uma empresa filiada na ANTROP, principal Associação Patronal do sector do Transporte Pesado de Passageiros cujo objetivo em matéria de regulação das condições coletivas de trabalho assenta na sua uniformização a partir do CCTV, acordado com o STRUP e publicado no BTE nº 48 de 29 de Dezembro de 2015

4. Para alcançar tal objetivo, todas as empresas oriundas da ex- R.N., denunciaram os AE´s para que fosse publicada a sua caducidade, como já ocorreu nesta empresa, na Rodoviária do Tejo, e na Rodoviária da Beira Litoral.

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Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2016 19:27 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DENTRE DOURO E MINHO

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AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA D´ENTRE DOURO E MINHO                      15.01.2016

STRUP ACCIONA CLAUSULA 76ª DO CCTV ACORDADO COM A ANTROP E FAZ ACORDO COM A RODOVIÁRIA D´ENTRE DOURO E MINHO.

Como é do conhecimento dos trabalhadores, a administração desta empresa solicitou a caducidade do Acordo de Empresa (AE) cuja publicação ocorrerá em breve como já aconteceu em outras empresas da ex-Rodoviária Nacional nomeadamente, na Rodoviária da Beira Litoral do mesmo grupo Transdev, na Rodoviária do Tejo e na Rodoviária de Lisboa.

O STRUP, aquando da negociação do CCTV, aplicável aos trabalhadores do setor privado de passageiros, negociou uma cláusula a prevenir a caducidade dos AE´S para que os trabalhadores destas empresas, não ficassem sem contrato coletivo de trabalho.

Passamos a transcrever essa clausula para que não existam duvidas…

Cláusula 76ª (Articulação de regimes)

1. Aos trabalhadores que, na data da entrada em vigor do presente CCTV, seja aplicável regime resultante, no todo ou em parte, de acordo de empresa cuja caducidade tenha já sido objeto de publicação no Boletim do Trabalho e Emprego, ou cuja caducidade venha a ser publicada durante a vigência do presente CCTV, será aplicável o disposto no presente CCTV, com exceção das cláusulas respeitantes à organização do tempo de trabalho (cláusulas 20ª e 22ª) e das cláusulas de expressão pecuniária (cláusulas 15ª, 44ª, 46ª, 47ª, 48ª, 54ª, 55ª, 56ª e 57ª).

2. As dúvidas que possam resultar da aplicação do disposto na presente cláusula são, obrigatoriamente, colocadas por escrito à comissão paritária a qual, no prazo máximo de trinta dias, deverá adotar deliberação a respeito das questões que lhe sejam apresentadas.

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Actualizado em Sexta, 15 Janeiro 2016 10:40 Continuar...
 
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DESTAQUES FECTRANS

Motoristas: Não ao aumento da idade de reforma
No próximo dia 10 de Novembro, às 10h, dirigentes e delegados sindicais do sector rodoviário concentram-se em frente ao Ministério do Trabalho, para a entrega de um documento onde dão continuidade à exigência da reposição do limite da idade para o exercício da actividade aos 65 anos, tal como existia antes da última alteração do Código da Estrada e com a possibilidade de reforma sem penalização.

DESTAQUES CGTP-IN

O aumento dos salários é um investimento com retorno garantido
os últimos dias muito se tem falado na actualização do Salário Mínimo Nacional (SMN). Uma realidade que marca a vida de 23% dos trabalhadores cujo rendimento líquido não chega aos 496€ mensais. Um salário próximo do valor do limiar da pobreza (439€) e longe do rendimento adequado (783€) que uma pessoa em idade activa deveria receber mensalmente.
600€ de SMN – Um dever do Governo – Um direito dos Trabalhadores!
No momento em que se aproxima a discussão do Salário Mínimo Nacional para 2018 é importante relevar que compete ao Governo, de acordo com a Constituição da República Portuguesa (artigo 59º, nº. 2) e com a Lei, estabelecer a actualização do SMN, depois de auscultar os parceiros sociais. Neste sentido e tendo presente a importância da actualização do SMN e dos salários em geral para melhorar as condições de vida dos trabalhadores e das suas famílias, bem como o desenvolvimento económico e social do país, a CGTP-IN apresenta 10 razões para que a efectivação dos 600€, em Janeiro de 2018, seja uma realidade:

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