AOS TRABALHADORES DA PATINTER

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PLENÁRIO DE TRABALHADORES DA PATINTER
10 Abril 2015

Resolução

Considerando que:

1. Os trabalhadores da Patinter,Sa não têm aumentos salariais há mais de 10 anos, o que significa que hoje, o seu rendimento disponível é menor;

2. A prática de pagamento ao quilómetro é injusta e penalizadora para os trabalhadores, já que, quando estão parados não recebem, tendo que suportar do seu bolso as despesas inerentes ao facto de estarem deslocados;

3. Apesar da obrigação legal de promover acções de formação, com a duração de 35 horas semanais, a mesma não está a ser cumprida, não se incluindo neste período a formação para o CAM-CQM;


4. Há problemas que urgem ser resolvidos, de modo a potenciar um clima saudável nas relações laborais e gerarem uma mais-valia na motivação dos trabalhadores;

5. A greve em curso só acontece por falta de interlocutores para a negociação dos assuntos apresentados no caderno reivindicativo, situação que os trabalhadores não desejam, mas não a deixam de utilizar quando está em causa a defesa de princípios básicos nas relações de trabalho, ou seja, o pagamento justo do trabalho prestado e a existência de relações e condições de trabalho que cumpram a lei e a contratação colectiva e respeitem o trabalhador enquanto cidadão;

Assim reunidos em 10 de Abril de 2015, frente à sede da Patinter,Sa os trabalhadores decidem;

a) Reafirmar o conteúdo do caderno reivindicativo aprovado pelos trabalhadores e entregue à Administração da empresa, de que se destaca:
Pelo Aumento do Salário;
Pelo Pagamento de uma diária, em substituição do valor pago pelas distâncias percorridas (KM);
Pelo Pagamento da Clª.74 e Prémio TIR em 14 Meses;
Pela inclusão do CAM-CQM no plano de formação obrigatória, em horário laboral, incluindo o seu pagamento;
Contra as Inversões de viagem.


b) Reclamar a abertura de negociações, que podem ser em dois níveis:

• Com representantes da Patinter Sa, para a negociação directa dos problemas relativos às relações de trabalho na empresa.
• Com a associação patronal para negociação do Contrato Colectivo de Trabalho Vertical;

c) Que sem negociação assiste aos trabalhadores todos os motivos para retomarem a luta até á obtenção de respostas às reivindicações colectivas de quem, diariamente, dá a cara pela empresa, em troca de um salário baixo;

d) Esperar até ao final do presente mês, respostas às reivindicações apresentadas e, caso não aconteça evolução, que o Sindicato desencadeie reuniões com os trabalhadores para decidir novas lutas a desenvolver.

Mangualde, 10 Abril 2015


O plenário de trabalhadores

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Actualizado em Sábado, 11 Abril 2015 10:15  
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