AOS TRABALHADORES DA TST

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AOS TRABALHADORES DA TRANSPORTES SUL DO TEJO

A CAMINHO DO SALÁRIO MINIMO

Tal como havíamos antecipado no nosso último comunicado a empresa encerra mais um processo de negociações, impondo a sua vontade e a manutenção de baixos salários.
Nada disto é novidade, nem tão-pouco se pode chamar a este processo, negociação coletiva de trabalho, uma vez que, a empresa todos os anos apresenta o mesmo choradinho nas duas primeiras reuniões e uma imposição de atualização de salário (não confundir com aumento de salário) na terceira e ultima reunião.
Os trabalhadores da TST aproximam-se a passos largos do salário mínimo nacional que diga-se, é muito pouco dignificante para quem é exigido tantas responsabilidades e tantas competências profissionais. Sem menosprezo pelas categorias não-especializadas, já se verificam salários mais elevados a este nível que ao nível dos motoristas.
Como se não bastasse, escrevem cartas aos trabalhadores apelando ao seu sentimento e compreensão como se lhes dissessem “desculpem lá mas têm de continuar a pagar com o vosso esforço a nossa incompetência”.
E assim sendo, a história repete-se e tenderá a agravar-se se esta administração não sentir capacidade de unidade e luta por parte dos trabalhadores.

CONTINUAR MAS AGORA COM OS TRABALHADORES

Vamos levar este processo até à conciliação na DGERT, porque há matérias (descansos compensatórios, tempo de disponibilidade, custos com formação e outras), acordadas com a associação patronal onde esta empresa é filiada que, não podem ficar no esquecimento e têm de ser imediatamente corrigidas sob pena de para além de salários de miséria, os trabalhadores continuarem a ser espoliados na sua real capacidade de ganho.

UM GRANDE APELO

No próximo dia 15 de Março de 2016, apelamos a que todos mas todos os trabalhadores da TST participem no Plenário Geral a realizar no Laranjeiro cerca das 10.30 horas.
Para o efeito foi metido um aviso-prévio de greve de 24 horas e será colocado um autocarro para que os trabalhadores se possam deslocar.
É absolutamente necessário fazer um amplo debate acerca da situação geral da empresa, da situação social dos trabalhadores e das medidas que devemos tomar para defender os nossos direitos e melhorarmos os nossos salários.

PARTICIPA

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Actualizado em Quarta, 09 Março 2016 11:12  
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