AOS TRABALHADORES DA CARRISBUS

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RESOLUÇÃO


Os trabalhadores da CarrisBus reunidos em plenário geral no dia 5 de junho , na Praça do Município em Lisboa, considerando que:

1. Foram todas as formas de luta que têm levado a cabo que criaram as condições para que a CML/ administração evoluísse na sua proposta inicial de AE, em que na reformulação que entregou, abandonou o objetivo de implementar, horários fraccionados e “bancos de horas” com jornadas de trabalho que poderiam ir até às 60
horas semanais e que assume o direito ao transporte dos trabalhadores da CarrisBus, nos mesmos termos do existente para os trabalhadores da Carris, a partir do dia 1 de julho;

2. Considerando que no entanto a reformulação entregue contém, para além de muitas matérias ainda susceptíveis de aproximação de posições das partes, como a redução do horário de trabalho, a idade de admissão, o período experimental, a definição de faltase seus efeitos, o pagamento de subsídio de férias e de Natal, as anuidades e diuturnidades, a criação de uma Comissão de Disciplina e a tabela salarial, ainda subsistem um conjunto de matérias inaceitáveis porque em oposição aos direitos consagrados no AE da Carris, entre eles e inexplicavelmente, a proposta de retirar do texto de AE o direito ao transporte, que assume garantir a partir de 1 de julho próximo, a não regulamentação dos contratos a termo e do trabalho noturno, a imposição de acatamento de ordens mesmo as não ligadas às funções, a imposição de não aplicação imediata de matéria pecuniária ;

DECIDEM:

1. Valorizar os avanços registados no processo negocial, fruto da unidade e da luta dos trabalhadores;

2. Os trabalhadores apelam à CML e administração da CarrisBus para que mostrem disponibilidade para a assinatura, ainda este mês de junho do Acordo de Empresa, com as seguintes alterações, face à ultima proposta apresentada pela CML/administração:

• Inclusão do direito ao transporte nos termos já negociados entre as partes;

• A inclusão nos “deveres dos trabalhadores” que o cumprimento de ordens e determinações se refere às que estão enquadradas nas suas definição de funções;

• A regulamentação dos contratos a termo e trabalho nocturno;

• A não limitação de aplicação do AE, em função das matérias.

3. Todas as restantes matérias serão alvo de aproximação de posições em função do processo negocial.

4. Os trabalhadores continuam a considerar o processo de criação de um AE específico como transitório, até à sua integração plena na Carris, pelo que reafirmam a solicitação de uma reunião ao senhor presidente da CML, para discussão desta integração;

5. Os trabalhadores realizarão um novo Plenário Geral, neste local, com greve para avaliação do estado do processo, no próximo dia 23 de Junho.

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Actualizado em Segunda, 05 Junho 2017 19:10  
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