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AOS TRABALHADORES DO METROPOLITANO DE LISBOA

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Redobrar a atenção, acreditar em quem nos defende, intensificar a luta!
 
Como é do conhecimento de todos, decorreu na passada sexta-feira dia 6, um plenário geral de trabalhadores, no qual se analisou e discutiu a situação social na empresa, e onde se decidiu uma deslocação ao gabinete da directora da RHC, Dra. Margarida Loureiro, à qual transmitimos que junto do presidente do CA tentasse demonstrar, o sentimento dos trabalhadores, mostrando a necessidade de remarcação da reunião que sob a capa de falsos pretextos tinha sido desconvocada.
Quisemos acreditar, que pela primeira vez desde que tomaram posse, fosse dado um sinal em tempo útil, de vontade de sanar o conflito e repor a legalidade. Relembramos que a empresa tinha ficado de responder a problemas concretos já elencados e discutidos, na reunião de 19 de Fevereiro com a RHC.
Contudo, fomos obrigados a inferir, que embora esta fosse a vontade dos trabalhadores o mesmo não foi entendido por quem foi nomeado para administrar o ML, pois a resposta tardou, mas veio negativa sob o falso pretexto de que “não negoceiam com lutas marcadas”.
Uma vez mais reiteramos: o que está em questão não é passível de negociação; exigimos a reposição da legalidade no que respeita às faltas, nomeadamente na forma abusiva como têm sido classificadas; tolerâncias; férias; pagamento de tempo extraordinário e feriados; em suma exigimos o cumprimento do nosso AE e o respeito pelos trabalhadores, principalmente no que se reporta às condições de trabalho e ao respeito pela negociação colectiva.


Alertamos ainda, para o facto (como já amplamente temos divulgado) que estando a aproximar-se a recta final da (des)governação da actual maioria, a unidade, a coragem e a determinação de todos nós trabalhadores do ML, será determinante para enfrentar e combater, esta vontade inequívoca de privatizar tudo, o que pode ser uma mais valia para os detentores dos grupos económicos, que posteriormente lhes hão-de assegurar uns  “lugarzinhos dourados” onde as contenções impostas pelos O.E.e pela Troika não terão lugar.
Neste sentido, a anunciada decisão de lançamento do concurso público para a subconcessão do Metropolitano, (e da Carris), deve ser entendida como mais uma tentativa de destruir a nossa empresa, mas ao mesmo tempo deve servir de estímulo para lutar por aquilo em que acreditamos: pelos nossos postos de trabalho; por uma empresa pública que preste um serviço social e de qualidade às populações.
Decidimos, ser este o tempo de juntar à luta dos Trabalhadores a luta jurídica, informando desde já que estão em fase de conclusão três petições diferentes, abarcando todos os problemas atrás referidos, estas darão entrada no Tribunal de Trabalho de Lisboa no decorrer da próxima semana, das quais daremos nota logo que estejam marcadas as audiências de parte.
Informamos por último, que decorrerá durante a tarde de hoje, uma reunião promovida pela FECTRANS para a qual foram convidadas todas as ORT´s do sector, onde participaremos, aguardando que do debate produzido se encontrem as melhores decisões que visem defender os interesses de todos os Trabalhadores.
 
DIAS 16 e 18 LUTA POR TI! - LUTA PELO ML!
 LUTA CONTRA PREPOTÊNCIA!
     VAMOS DEFENDER O QUE VÁRIAS GERAÇÕES DE TRABALHADORES CRIARAM!
 Lisboa, 12/013/2015                                                                                                             A Direcção   

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Actualizado em Quinta, 12 Março 2015 10:40  
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