STRUP - Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal

ACORDO NO METROPOLITANO DE LISBOA

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Ontem, dia 16 de novembro de 2016,  às 14h30 m no PMO III, na presença do Presidente do CA e restantes membros, concretizou-se mais um dos objectivos dos Trabalhadores, aqui representados pelas ORT´s subscritoras do AE I ainda vigente, para o qual a FECTRANS/STRUP, hoje como no passado teve um papel preponderante, sem demagogias ou falsas promessas, mas com ponderação, verdade, equilíbrio e sobretudo responsabilidade, perante todos os seus associados, com a finalidade de em tempo útil não deixar passar ao lado a oportunidade que muitos acharam impossível.

COMUNICADO

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Actualizado em Quinta, 17 Novembro 2016 11:57
 

ACÇÃO DE LUTA

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Actualizado em Quinta, 17 Novembro 2016 11:32
 

CONTRIBUTOS PARA A HISTÓRIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO

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A CGTP-IN realizou, no dia 11 de Outubro no Teatro da Trindade, em Lisboa, a apresentação do II Volume “Contributos para a História do Movimento Operário e Sindical”; numa cerimónia inserida nas comemorações do 46º aniversário da central sindical, ocorrido no passado dia 1 de Outubro. Obra alicerçada em factos documentados e vividos, o livro “Contributos para a História do Movimento Operário e Sindical: 1977-1989” resulta do contributo de sindicalistas que participaram activamente na intensa vida sindical e no quase sempre acirrado combate político durante o período abordado, pelo que flui nele a carga emotiva de quem tomou parte nos acontecimentos de forma engajada, num tom por vezes carregado, mais próximo do usado à época do que do hodierno e anódino politicamente correcto. Os acontecimentos e os seus intervenientes, pessoas e instituições, são expostos em imagens com as cores fortes, vividas, do momento em que ocorreram, sem filtros nem embotadas pelo tempo e pelas conveniências.

A par do relato da luta por melhores condições de vida e de trabalho, estes Contributos são também a história do combate por princípios e valores inscritos na Constituição da República, alguns só até à revisão de 1989, como sejam a defesa da reforma agrária, do sector empresarial do estado ou da irreversibilidade das nacionalizações. Este foi um combate desigual porque a contra-revolução já se instalara no poder e usava o aparelho de Estado para destruir as conquistas de Abril. Houve assassínios, bombas, incêndios e assaltos a instalações de partidos de esquerda, designadamente do PCP e do MDP/CDE, de sindicatos e uniões), a GNR e a polícia de choque foram usadas para tentar impor a lei da força face às investidas contra-revolucionárias.

No plano mais estrito do sindicalismo, o facto de a obra ser da autoria de intervenientes em muitos dos acontecimentos relatados dá-nos uma perspectiva de bastidores importante para os jovens quadros sindicais, tanto dos aspectos orgânicos das tomadas de decisão que caracterizam a CGTP-IN enquanto central sindical de classe e unitária, como dos conflitos e das tensões geradas nesses momentos. Este foi um dos períodos mais intensos que o sindicalismo português já conheceu, bem espelhado na obra.

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Actualizado em Sexta, 14 Outubro 2016 10:33
 

ACÇÃO DOS MOTORISTAS DE TÁXI

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somos.txi

ESCLARECIMENTO


Ainda sobre a ação dos motoristas de táxi realizada no passado dia 10 de outubro de 2016.

Transmitir aos associados do STRUP e trabalhadores do setor de transportes em geral que a ação mencionada foi da responsabilidade das entidades que a convocaram ou seja, ANTRAL e FPT. (duas associações patronais)
É verdade que o STRUP esteve presente no inicio da concentração, de pleno direito, uma vez que ali estavam concentrados trabalhadores por conta de outrem e trabalhadores cooperantes, alguns deles nossos filiados a quem distribuímos um projeto de revisão do seu contrato coletivo de trabalho, contendo as matérias que pretendemos negociar com as associações patronais, ANTRAL e FPT.
Não temos qualquer responsabilidade na organização da referida ação e os interesses que nos moveram não são os mesmos que moveram os empregadores organizadores e todos os trabalhadores por conta própria que ali se encontravam.
É necessário esclarecer que os motoristas de táxi não se caracterizam todos da mesma forma ou seja, uns são grandes industriais, outos são pequenos industriais, outros são trabalhadores por conta própria, existem ainda os cooperantes e finalmente os trabalhadores por conta de outrem.
Isto para dizer, que o STRUP apenas representa os interesses dos motoristas de táxi cooperantes e dos motoristas de táxi trabalhadores por conta de outrem.
Ora, posto isto, ao STRUP apenas preocupa as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores (o horário de trabalho, os tempos de descanso, os salários e muitos outros direitos) por si representados independentemente da entidade empregadora para que prestam a sua atividade profissional.
Isto não significa que nos alheamos das grandes questões setoriais como por exemplo, qualquer tipo de “dumping” que ponha em causa a situação social dos trabalhadores por conta de outrem ou cooperantes deste setor de atividade.
Não compreendemos, como é possível em Portugal e em alguns outros países da União Europeia, o exercício da atividade por empresa ou empresas, tenham elas o formato que tiverem, fora das regras instituídas.
Não é por nós aceitável que o governo de Portugal, ignore simplesmente, o entendimento dos tribunais quanto ao exercício ilegal destas empresas e permita que estas continuem a laborar como se nada se passasse.
Não nos preocupa, nem a forma nem o conteúdo dessas empresas desde que estejam no mercado e cumpram as regras instituídas nesse mesmo mercado.
Relativamente aos trabalhadores por conta de outrem que exercem a sua atividade nestas empresas apenas apelamos à sua sindicalização no STRUP para que no presente e no futuro tenham os seus interesses melhor defendidos.
Já quanto aos tristes acontecimentos ocorridos durante a ação, os insultos e vandalismo da viatura, são a qualquer nível reprováveis e, no nosso entender, em nada contribuíram para a resolução do problema, antes pelo contrário, apenas contribuíram para piorar a imagem do motorista de táxi junto da opinião publica.
Esperamos ter contribuído para clarificar a posição do STRUP neste problema que envolve o setor dos táxis em Portugal.

Lisbia, 11 de Outubro de 2016 

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Actualizado em Terça, 11 Outubro 2016 13:32
 

AOS TRABALHADORES DOS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS

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aviso.importante

Vamos dar inicio a mais um ano de negociação coletiva dos contratos de trabalho do setor. No imediato de todos aqueles que produzem efeitos a janeiro e sucessivamente os restantes que produzem efeitos a março, junho e julho.
O STRUP tem por missão melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores de setor dos transportes rodoviários e urbanos de Portugal.
A negociação coletiva constitui um meio importante para alcançar o objetivo referido.

LER COMUNICADO COMPLETO

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Actualizado em Quinta, 06 Outubro 2016 14:36
 
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