STRUP - Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal

AOS TRABALHADORES DA TST

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ÚLTIMA HORA

INFORMAM-SE OS TRABALHADORES DA TST, QUE APÓS 2 REUNIÕES DE NEGOCIAÇÃO PARA REVISÃO DOS SALÁRIOS, OS REPRESENTANTES DA EMPRESA APRESENTARAM A SUA POSIÇÃO FINAL QUE VAI SER APLICADA À GENERALIDDE DOS TRABALHADORES, POR ACTO DE GESTÃO,E QUE CONSISTE NUMA ACTUALIZAÇÃO DA TABELA SALARIAL EM 1%.

18 de Fevereiro de 2017

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Actualizado em Quarta, 18 Janeiro 2017 22:29
 

COMUNICADO AOS TRABALHADORES DA TST

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AOS TRABALHADORES DA TRANSPORTES SUL DO TEJO

                                                                                                    Comunicado nº1/janeiro/2017

                     REVISÃO DAS RELAÇÕES COLECTIVAS DE TRABALHO

ANO NOVO – MÉTODOS VELHOS

Na primeira reunião de negociações, com os representantes do Conselho de Administração da TST, foi transmitido à FECTRANS, o seguinte;

1. A TST já solicitou à Direção Geral das Relações Coletivas de Trabalho o pedido de Caducidade do Instrumento de regulamentação Coletiva de Trabalho em vigor;

2. É ainda sua intenção após a caducidade da referida Convenção, aplicar o Contrato Coletivo do Sector Privado de Passageiros uma vez que é uma empresa associada na ANTROP;

3. O prejuízo acumulado da empresa vai aumentar significativamente devido a fatores como; diminuição das comparticipações referentes ao passe intermodal, falta de fiscalização a bordo das viaturas, 2 anos sem aumentos tarifários, subida significativa dos impostos e diminuição da taxa de ocupação;

4. Reconhecimento de que a imagem da empresa junto dos utentes durante o ano de 2017 foi agravada, devido á necessidade de uma gestão operacional muito difícil, resultado da falta de capacidade financeira para realizar os investimentos necessários;

5. Em contraproposta às reivindicações feitas pelos trabalhadores propõe nesta reunião um aumento de 0.8% na tabela salarial;

6. Ficou nova reunião agendada para o próximo dia 18 de janeiro às 15.30h na sede da empresa.

POSIÇÃO DA FECTRANS

1. Quanto à possível caducidade do AE em vigor e, desde que respeitadas pela TST as garantias constantes nas cláusulas 76ª e cláusula 77ª do CCTV do Sector Privado de Passageiros, a FECTRANS encontra-se disponível para negociar nessa base com a empresa;

2. Tal disponibilidade só é possível porque as referidas cláusulas, garantem os direitos e garantias dos trabalhadores da TST;

3. Quanto à situação geral da empresa, esta resulta da mercantilização dos transportes em Portugal com a sua privatização, politicas de gestão assentes em baixos salários e da ausência de uma política de transportes públicos baseada num plano Nacional de transportes que garanta a complementaridade entre os diversos módulos e satisfaça a necessidade social impreterível da mobilidade das populações;

4. O aumento salarial proposto, pode refletir a inflação verificada, mas não repõe o poder de compra perdido pelos trabalhadores, nem representa para já, qualquer aumento salarial para vigorar no ano de 2017;

5. A FECTRANS, apresentará nova proposta global de AE para a próxima reunião, mas desde já informa todos os trabalhadores que qualquer hipótese de acordo será objeto prévio de análise em plenário geral.

DEFENDER E GARANTIR OS DIREITOS DOS TRABALHADORES
POR SALÁRIOS JUSTOS

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Actualizado em Quinta, 05 Janeiro 2017 10:49
 

MAIS UMA PIRATARIA...

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MAIS UMA "PIRATARIA"…DESTA VEZ ALÉM FRONTEIRA.

As empresas portuguesas afetas ao transporte pesado de mercadorias, as que se dedicam há anos à prática do “dumping social” concorrendo de forma desleal com outras empresas no espaço europeu, através do pagamento de baixos salários e adotando formas de remuneração mensal fraudulentas como por exemplo o pagamento ao quilómetro ou à viagem proibidos pela legislação europeia, foram agora confrontadas com medidas de alguns países da U.E., nomeadamente a França que aprovou legislação interna no sentido de combater e eliminar a concorrência desleal, de que estão a ser alvos.
Para o efeito aprovaram a aplicação de multas avultadas para as empresas que transitam no espaço francês e que paguem salários aos seus trabalhadores abaixo do salário mínimo que se pratica em França.
As empresas portuguesas em vez de alterarem a forma fraudulenta de pagamento das remunerações mensais aos seus trabalhadores e, de melhorarem os seus salários, o que fizeram?
Muito simples, de forma habilidosa vão enganar as autoridades francesas através de uma declaração da qual o motorista é portador, com um valor de hora que não tem qualquer correspondência efetiva com o salário praticado nessas empresas.
Porque não podemos pactuar com tamanhas e autenticas "piratarias" protagonizadas pelos operadores portugueses o STRUP, denunciou esta situação junto da segurança social, entidade que pode de facto comprovar as verdadeiras declarações feitas pelos empregadores portugueses.

CARTA À SEGURANÇA SOCIAL

EXEMPLO DE UMA DECLARAÇÃO DAS EMPRESAS


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Actualizado em Quinta, 24 Novembro 2016 12:15
 

BOAS FESTAS

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RECOMEÇA

Recomeça....
Sem angústia
E os passos que deres,
Nesse caminho duro Do futuro
Dá-os em liberdade
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...

Miguel Torga - Recomeçar

boas.festas.2017

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Actualizado em Segunda, 12 Dezembro 2016 12:31
 

JORNADA DE LUTA DO SECTOR EMPRESARIAL DO ESTADO

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ao.23.11.2016.setor ee

Mais de mil trabalhadores das empresas públicas de transportes (Carris; CarisBus; CarrisTur; Metro; CP; IP; EMEF; Transtejo; Soflusa) concentraram-se e desfilaram, em Lisboa, no dia 23 de novembro de 2016, em defesa da contratação colectiva, em defesa do serviço público de qualidade e contra a precariedade nas relações de trabalho.

Foi uma iniciativa convocada por 30 organizações – Sindicatos e Comissões de Trabalhadores - destas empresas e foi mais uma etapa da luta em torno das reivindicações contidas na carta de 3 de Novembro enviada a todos os grupos parlamentares em que se reivindica o fim da suspensão dos Acordos de Empresa em função dos conteúdos dos Orçamentos do Estado e do Decreto Lei 133/2013, em que se reclama a passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários e admissão dos trabalhadores em falta e em que se exige o investimento nas empresas para que estas tenham as condições de prestar um serviço público de qualidade e seguro.

Em resultado das acções desenvolvidas encontram-se, hoje, em sede de comissão parlamentar, propostas dos diversos partidos, que nos dão a garantia de que a versão final de OE não será igual à proposta inicial e, a partir daquilo que for aprovado, as organizações de trabalhadores analisarão as futuras acções a desenvolver.

Em frente à Assembleia da República os trabalhadores receberam a solidariedade dos grupos parlamentares do PCP e dos Verdes, que se deslocaram ao local para saudar a luta de quem trabalha.

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Actualizado em Quinta, 24 Novembro 2016 11:06
 
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