é mais que hora de concluir

Após a última reunião realizada com a administração no dia 27 de Fevereiro, o STRUP/FECTRANS realizou plenários em que os trabalhadores confirmaram a sua aceitação das matérias que obtiveram a concordância da administração, que relembramos:

Estabelecer um subsídio de pronto-socorro com o valor de 17,5% abrangendo também os trabalhadores que têm que levar os veículos à inspeção periódica;

Quanto à tabela salarial será feita a integração dos salários existentes na CarrisBus, na tabela salarial da Carris e com o regime de progressão existente nesta empresa;

  • A vigência do AE a 60 meses;
  • Estabelecer o valor das anuidades em 8 €, até aos 9 anos. Ü As diuturnidades passam a ser de três em três anos, dos 10 aos 22 anos.
  • Em Janeiro de 2021 estas passam a ser de dois em dois anos e em Janeiro de 2022 passa unicamente a haver anuidades até aos 22 anos;
  • O subsídio de refeição passa a vencer-se por cada dia em que haja prestação de trabalho;
  • Estabelecer o trabalho noturno entre as 20.30 h e as 8 h do outro dia;
  • O dia de aniversário nos mesmos termos do existente na Carris;
  • A processo de revisão do AE ser o mesmo que existe na Carris;
  • Fixar as férias em 25 dias úteis mais 4 de majoração.

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AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA

Perante as ocorrências verificadas na empresa Rodoviária de Lisboa, não podemos deixar de lamentar a forma displicente com que a administração da empresa está a tratar os seus trabalhadores e ainda lamentamos mais que uma comissão de trabalhadores a quem a administração da empresa ocorre sempre que pretende contornar os sindicatos, dê cobertura não só aos maus tratos que os trabalhadores estão a sofrer bem como aos sucessivos incumprimentos de que estão a ser alvos. Vejamos:

1. Da mesma forma que todos os trabalhadores motoristas e outros foram notificados da entrada em vigor da Lay-off na empresa e os termos em que a mesma ocorreria, também qualquer alteração que se verifique na mesma, ainda que aprovada pela segurança social, deve ser comunicada formalmente e individualmente a cada trabalhador sob pena de o mesmo, ao não tomar conhecimento dessas alterações, não estar obrigado ao seu cumprimento.

2. A Lay-off, nos termos e que está a ser aplicada aos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa, não suspende as relações de trabalho e como tal não pode pôr em causa os direitos e garantias dos trabalhadores. Significa isto que não obstante o período de trabalho semanal ter sido reduzido, o mesmo não pode ser contabilizado mensalmente como se de banco de horas se tratasse, ou seja, sejam 16 horas, sejam agora 24 horas, terão de ser distribuídas nos 5 dias de trabalho sem prejudicarem o descanso semanal e complementar de cada trabalhador e sem determinar qualquer período de trabalho suplementar.

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AOS TRABALHADORES DO SECTOR DOS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS E URBANOS

A palavra de ordem tem de ser” Resistir”, a forma de agir deve ser acreditar no vosso Sindicato de classe o STRUP.

Várias têm sido as informações que fizemos aos Trabalhadores sobre a caraterização da atual situação pandémica, muitos têm sido os alertas e apelos para que nos façam chegar todas as situações que ponham em causa direitos adquiridos, reduções dos salários, despedimentos encapotados, entre muitas outras posições que têm o único objetivo, a degradação das condições de vida de quem trabalha, aliás, dos mesmos que depois vêm enaltecer e aplaudir como sendo os imprescindíveis.

Agora é chegado o momento ainda mais difícil, as escolas continuam fechadas, a esmagadora maioria das nossas empresas do setor de passageiros entrou em Lay-off, bem como muitas do setor de mercadorias.

Poucos são os que questionam, o porquê de grandes grupos económicos, ou grandes empresas, não terem conseguido no mínimo suportar um mês de crise de saúde publica e de paragem da sua operação, mas ninguém questiona como vão viver os trabalhadores com no mínimo cerca de 50% menos do seu rendimento disponível.

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Informação (adicional ao comunicado de 4 de abril) sobre processo de revisão do AE CarrisBus

Na passada 4ª feira, dia 8 abril, recebemos a resposta à nossa proposta, de conclusão da revisão do AE da Carris.

Nesta a administração da carrisBus incluiu a proposta de RCP e avaliação de Desempenho, que para conclusão do processo merece o nosso acordo, mas quanto ao clausulado geral, não contempla as matérias alvo da sua concordância na ultima reunião, realizada no dia 27 de fevereiro, pelo que respondemos no mesmo dia a esta proposta da administração, nos termos que reencaminho abaixo.
De referir ainda que a reunião do dia 27/02, terminou com acordo quanto ao clausulado geral, que depois foi ratificado nos plenários realizados, tendo a administração ficado de adaptar à carrisBus, o RCP e avaliação de Desempenho em vigor na Carris.
Com o aprofundamento dos problemas relativos à pandemia em curso,todo este tempo foi de insistencia permanente da nossa parte para a conclusão do processo, e para que os trabalhadores da CarrisBus tivessem as mesmas preocupações de proteção que todos os outros, sendo que para pressionar, fizemos nós o trabalho de adaptação do RCP da carris à carrisBus e apresentámos esta proposta, a que a administração veio a responder no dia 8 passado. 
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ASSEGURAR O EMPREGO E OS SALÁRIOS – REFORÇAR O PAPEL DO ESTADO – DESENVOLVER O PAÍS

As reivindicações da CGTP-IN visam garantir que, quer o emprego, quer  s rendimentos do trabalho, não são postos em causa tendo como justificação a presente situação. Defender o emprego e assegurar as retribuições é uma exigência face ao momento actual por que passam os trabalhadores e as suas famílias e a melhor garantia que o país sai de forma mais célere da fase recessiva.
São propostas que entendemos urgentes e que devem ser implementadas de imediato, que vão exigir uma reafectação de recursos de magnitude ainda imprevisível, que está dependente da duração do combate ao surto epidémico que continua a ser a prioridade para a salvaguarda da vida e da saúde de todos.
No entanto, tendo em conta o nível de desigualdades na repartição da riqueza entre o trabalho e o capital e as avultadas verbas que por opção do Governo são transferidas para o grande capital, consideramos que há recursos e condições para que desta vez a resposta à situação recessiva da economia seja geradora de maior justiça social e indutora de mais desenvolvimento.
A situação actual exige também o reforço dos serviços públicos, da protecção social e dos instrumentos para a intervenção do Estado em diferentes áreas da economia nacional.
Rejeitamos que a Segurança Social seja descapitalizada e defendemos que deve ser, nesta fase, o Orçamento do Estado a assegurar os rendimentos do trabalho quando as empresas, comprovadamente não consigam.
A seu tempo, pelos motivos já indicados, apresentaremos as nossas  propostas para fortalecer as contas públicas.

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