AOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO DE PASSAGEIROS

Jejum durante mais de 20 anos Durante mais de duas décadas os salários, e as condições de trabalho nas empresas do Setor Privado de Passageiros foi uma manta de retalhos. Se é verdade que existiam meia dúzia de empresas no setor que pagavam acima da tabela, seguindo a recomendação da ANTROP, não é menos verdade, que a maioria das empresas pagava o Salário Mínimo Nacional, e alguns prémios (não garantidos, nem pagos a 14 meses).
O STRUP assume, como sempre assumiu, que em 2015, e a negociação de revisão em 2019, não sendo o ideal, permitiu um ganho significativo para todos os trabalhadores.

COMUNICADO COMPLETO

powered by social2s

PARCEIROS/MOTORISTAS dos TVDE,

Nestes meses mais recentes têm vindo a ser desenvolvidas várias diligências em defesa do TVDE, através de reuniões com entidades de competências fiscalizadoras, de gestão e de regulação  do sector. Contudo, até ao momento, não foram tomadas medidas que resolvam os problemas constantes do nosso caderno reivindicativo. Como profissionais do TVDE continuamos a presenciar, todos os dias, a violação por parte das plataformas electrónicas (Uber, Bolt e Freenow) da lei 45/2018 que nos rege, perante a inoperância das ditas entidades fiscalizadoras.

Perante esta situação de ausência de medidas tomadas por parte das respectivas entidades competentes, o STRUP voltou a reforçar junto das mesmas, a necessidade de se efectuar um balanço ao trabalho desenvolvido o que, infelizmente não tem tido resposta.

Constatando o cenário acima descrito, vimos convocar todos os profissionais do sector TVDE a estarem presentes na semana de luta em defesa da dignidade desta profissão, a acontecer no final de Fevereiro. Assim, propomos realizar o seguinte:

22 de Fevereiro, Segunda-feira, às 15h: plenário de motoristas, para um debate mais alargado e auscultação das diversas opiniões que os profissionais do sector entendam pertinentes para melhorar o nosso trabalho. Este plenário, à semelhança do anterior, será realizado por videoconferência com uma participação física de 10 elementos.

25 de Fevereiro, Quinta-feira, das 10h às 12h: vigília em frente ao Ministério do Ambiente, que é quem tutela a nossa actividade, e que se encontra em falta com a marcação de uma reunião com o ministro, cujo compromisso foi assumido pelos assessores que anteriormente receberam o STRUP. Em simultâneo com a vigília, convocamos um buzinão, convidando os motoristas a passarem em frente ao Ministério, na Rua do Século, e a demonstrarem o seu descontentamento.

25 de Fevereiro, Quinta-feira, 14h, Cais do Sodré: Concentração de todos os profissionais do TVDE junto aos restantes trabalhadores, no Cais do Sodré, para mostrar o nosso legítimo desejo de melhor condições laborais e salários dignos.

Lisboa, 13 de fevereiro de 2021

powered by social2s

É PRECISO RESPEITAR E VALORIZAR OS TRABALHADORES DA CARRIS!

Na reunião realizada no dia 10/02, o C.A. apresentou uma proposta de 10 euros de aumento salarial mensal, “pelo reconhecimento do esforço dos trabalhadores”. Ou seja, para eles, o nosso empenho, dedicação e sentido de responsabilidade, valem 33 cêntimos por dia.
Para o C.A. estamos “no pelotão da frente para trabalhar” e no “carro-vassoura” para receber. É inadmissível que o salário base dos homens e mulheres que poem a frota da Carris a andar, esteja cada vez mais próximo do salário mínimo nacional. Haja respeito e consideração por quem trabalha.
O C.A. tem a obrigação e condições para ir muito mais longe. É possível, necessário e urgente o aumento significativo dos salários na Carris. É preciso ter presente que a melhoria do serviço público é indissociável da valorização dos trabalhadores que, com zelo e competência, o prestam diariamente.
Uma situação que releva a importância da redução do horário de trabalho, mesmo que faseada, para as 35 horas. Não faz sentido que o C.A. reconheça a justeza da reivindicação e depois recorra a desculpas coxas para dizer que não pode assumir compromissos, que se prolonguem para além do mês de Setembro.

COMUNICADO COMPLETO

powered by social2s

AOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO DE PASSAGEIROS

A PANDEMIA DOS BAIXOS SALÁRIOS

Ainda há poucos dias, os trabalhadores e o povo puderam assistir ao que de pior existe na política, o populismo oportunista de determinados atores que, a pretexto do combate de injustiças, onde nunca se dirigeaos que beneficiam com a exploração dos trabalhadores. As empresas que durante anos a fio se pautaram pelos baixos salários, e pela inclusão de formas de desregulamento dos horários de trabalho, em que as mesmas acumularam lucros fabulosos. O DESAFIO DAS CONCESSÕES DE TRANSPORTES Ainda existem nas empresas muitas centenas, ou mesmo milhares de trabalhadores que assistiram à privatização da Rodoviária Nacional, era património das populações do nosso país. Diziam ser para melhorar o serviço, e para que o Estado deixasse de gerir a empresa que dava muito prejuízo! Hoje o Estado paga um transporte privado, onde cada vez mais as populações estão privadas de transportes. Estamos convictos que, apesar da habilidade de determinados Grupos Privados, os trabalhadores se manterão unidos para garantir o cumprimento dos seus direitos, dos seus contratos, das suas condições de trabalho. A nossa estrutura sindical já fez chegar esta preocupação às muitas Autoridades de Transportes, os trabalhadores devem ser orientados, acompanhados no processo de transmissão para a nova empresa.

:::COMUNICADO COMPLETO

powered by social2s

EM TEMPO DE PANDEMIA, A SAÚDE DOS TRABALHADORES ESTÁ PRIMEIRO!

Apesar de estarmos numa situação pandémica muito mais grave do que a ocorrida no ano passado, as respostas do C.A. estão aquém do que foi feito e longe do que é necessário fazer. A realidade demonstra que temos infeções e isolamentos a mais e medidas de prevenção e proteção da saúde a menos. Não é admissível que o C.A. sonegue ao coletivo da empresa, aquilo que divulga junto da CML. Ou seja, que algumas dificuldades recentes na prestação do serviço publico se devem ao confinamento de um número considerável de trabalhadores. Por razões obvias, a questão não é saber quem são, mas quantos são os trabalhadores afetados e os setores onde desenvolvem a sua atividade profissional. Para o STRUP não é sério que o C.A. apele à cooperação das Organizações Representativas dos Trabalhadores e depois esconda e omita a informação do que se passa na empresa. Não é com secretismo, mas com transparência, responsabilidade social e sentido de missão que se responde aos problemas, se combate o boato e o alarmismo e se tomam medidas para proteger, a saúde dos trabalhadores. Este é o caminho certo para conseguir a estabilidade e a confiança que os trabalhadores necessitam e a empresa precisa para realizar o serviço publico.

...COMUNICADO COMPLETO

powered by social2s