AOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO DE PASSAGEIROS

Área Metropolitana de Lisboa

A medida que teria como objetivo a salvaguarda de postos de trabalho e os rendimentos dos trabalhadores, serve mais ao Patronato do que os princípios nobres para os quais, foi defendida! As empresas do setor privado de passageiros obtiveram um conjunto de regras e benefícios “à la carte”, onde puderam declarar perdas mensais, e não sob um apuramento trimestral do período homólogo do ano de 2019, como teria sido inicialmente previsto. Este apuramento mensal permitiu que um conjunto de empresas se alinhassem logo no primeiro mês de perda de receita, a que a Segurança Social pagasse salários aos seus trabalhadores e as isentasse de contribuições, passando praticamente os encargos com os trabalhadores para o Estado! Curiosamente as mesmas que somam lucros ao longo dos anos, mas que no plano do aumento de salários são as mais recuadas.

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