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“NÃO SOMOS FILHOS DE UM DEUS MENOR”

 

A Carris ao requisitar trabalhadores à CarrisTur deveria respeitar quem trabalha assegurando deveres e direitos iguais. Esta é uma regra básica que tem de estar sempre presente, tanto mais quanto o presidente do C.A. da CarrisTur é administrador da Carris. Algo que, lamentavelmente, não acontece quando os motoristas e guarda-freios da CarrisTur continuam a não ver reconhecida a sua antiguidade após a integração nos quadros de pessoal da empresa mãe. Um “apagão” na antiguidade que prejudica significativamente os rendimentos, já tão depauperados destes trabalhadores. Por outro lado, os trabalhadores administrativos que, numa primeira fase foram colocados em teletrabalho agora, quando por força da lei deveriam continuar a ser abrangidos por este regime, a CarrisTur inventou a figura de “dispensados”, para tentar fugir ao pagamento do subsídio de refeição. Estas são medidas de gestão inadmissíveis que o STRUP não só continuará a denunciar como a combater. O C.A. da CarrisTur pode ter a força do poder, mas os trabalhadores da empresa têm a força da razão. A força que emana da defesa da dignidade de quem, cumprindo com os seus deveres, não abdica de ver os seus direitos respeitados e efetivados.

COMUNICADO COMPLETO

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