DIA 24 E 31 GREVE NA CARRISBUS

PELA VALORIZAÇÃO DOS SALÁRIOS E PELA INTEGRAÇÃO NA CARRIS

Por decisão dos trabalhadores da CarrisBus, o plenário geral centralizado realizou-se na passada quinta-feira, dia 13 de maio na Praça do Município.
Da discussão sobre o estado do processo de negociação do AE, os trabalhadores decidiram
mandatar a FECTRANS, para avançar com as formas de luta necessárias para que a administração reconheça a necessidade de uma valorização efetiva dos salários, que no mínimo se materialize num aumento salarial de 30 euros, início da redução faseada do horário de trabalho para as 35 horas semanais e na igualização dos regimes de antiguidade e de assistência médica. Igualmente constituem objectivos deste processo de luta a integração definitiva da Carrisbus na Carris..

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INFORMAÇÃO AOS TRABALHADORES

Reuniram hoje as organizações subscritoras do AE I do ML, com a finalidade de dar cumprimento à decisão do Plenário Geral do passado dia 22 de abril. Relembramos que esta decisão foi a de mandatar as Organizações Sindicais para as formas de luta tidas por convenientes na segunda quinzena de Maio. Neste sentido na reunião ficou decidido entregar um aviso prévio de greve conjunto, no próximo dia 10 do corrente mês. Tendo em conta os prazos legais, a greve decorrerá dia 25 de Maio nos seguintes horários:  Das 5h00 às 9h30 para a generalidade dos trabalhadores;  Das 9h30 às 12h30 para as áreas administrativas e técnicos superiores. Ficará assim dado o primeiro sinal de respeito pelas decisões do Plenário, com a certeza de que hoje, tal como no passado os trabalhadores estarão unidos em torno das suas justas reivindicações, nomeadamente:  Valorização das profissões;  Valorização dos salários;  Efetivação do direito ao transporte;  Estrito cumprimento de todas as cláusulas do AE;  Pela prorrogação da vigência do Acordo de Empresa;  Pela melhoria do serviço público de transporte ao serviço da população. A partir do dia de hoje e até ao início destas jornadas de luta, existirá total disponibilidade, caso convirjam as vontades, para que se encontrem as melhores soluções para os trabalhadores e para a empresa.

Os trabalhadores decidem… As lutas constroem-se!

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GREVE NA SCOTTURB

Os trabalhadores da SCOTTURB reunidos em plenário, ontem ao final do dia, em frente às instalações da empresa, aprovaram uma resolução, em que consta a marcação de um dia de greve para o próximo dia 24 de Maio, com duração de 24 horas.

Como principais reivindicações estão:

  1. A exigência de pagamento de créditos vencidos a todos os trabalhadores, sem qualquer discriminação entre sindicalizados ou não sindicalizados, ou em função da sua opção sindical.
  2. A valorização dos salários que a gerência recusa negociar;
  3. O esclarecimento relativamente ao futuro da empresa no Concelho de Cascais a partir de dia 25 de Maio e o que acontecerá dos trabalhadores que asseguram a operação neste concelho.

Esta empresa do sector rodoviário privado de passageiros, que opera nos concelhos de Oeiras, Sintra e Cascais, embora neste concelho, de acordo com a informação da Câmara, a actividade da empresa cesse ao final do dia 24 de Maio, passando no dia a seguir para uma outra empresa, nos termos do concurso público municipal, que a SCOTTURB contestou em tribunal e que de acordo com a informação que divulgou, terá ganho o processo, mas até ao momento não informou os trabalhadores qual a situação a partir de 25 de Maio.

Os trabalhadores também contestam as práticas discriminatórias da gerência no que se refere ao pagamento de créditos vencidos em função da opção sindical de cada trabalhador, enquanto o STRUP/FECTRANS exige que os mesmo são devidos a todos os trabalhadores, sejam ou não sindicalizado

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PONTO DE SITUAÇÃO DAS NEGOCIAÇÕES DE UM ACORDO DE EMPRESA

Como é do conhecimento geral dos trabalhadores, decorrem negociações com a administração da TST para criação de um novo Acordo de Empresa (AE).

Este processo, diferente de uma negociação de revisão de salários, mais complexo porque abrange a generalidade das matérias que regulam colectivamente todos os direitos, deveres e garantias dos trabalhadores, é por conseguinte mais moroso e exige uma análise e preocupação mais atentas por parte dos sindicatos.

Importa mais uma vez sublinhar, que não obstante toda a discussão em torno de propostas e contrapropostas, à mesa de negociações, todos os resultados deste processo serão objectos de debate com os trabalhadores e qualquer acordo definitivo, estará sempre pendente da ratificação dos trabalhadores.

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