AOS TRABALHADORES DA TST

PAGAMENTO DOS PROPORCIONAIS

Como todos os Trabalhadores bem sabem, existe uma dívida relativa aos proporcionais, a qual já foi assumida pelos TST perante os seus Trabalhadores e os seus Sindicatos.

Perante esse reconhecimento, as partes estão a negociar e a tentar chegar a um entendimento sobre a forma do pagamento dessa dívida aos Trabalhadores.

Os Sindicatos têm estado a negociar os termos desse acordo com a Empresa, com o intuito de poder facilitar a regularização dessa dívida.

Gostaríamos de sublinhar que o eventual Acordo que se possa firmar com os TST não tem cariz impositivo, ou seja, o Trabalhador só aceita os termos desse Acordo se assim o entender.

Nem poderia ser de outra forma.

Estamos apenas a tentar criar uma “ferramenta” que poderá ser utilizada pelos Trabalhadores para pôr cobro a uma situação criada ao longo de várias décadas.

Os Sindicatos não têm legitimidade ou autoridade para retirar o Direito que o Trabalhador tem em reclamar de uma situação que considere injusta ou ilegal.

Assim, caso exista algum Trabalhador que não concorde com os termos do Acordo que vier a ser assinado entre os Sindicatos e os TST, esse Trabalhador tem todo o Direito de o poder recusar e de recorrer às vias judiciais se assim o entender.

Quando esse Acordo for firmado, os  Sindicatos irão dar o devido conhecimento do mesmo aos trabalhadores e aos seus contenciosos para que os seus termos sejam conhecidos nos exatos termos. 

Pedimos a todos os trabalhadores para se manterem devidamente protegidos

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES

7 de Abril de 2021

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COM OS TRABALHADORES, PELA VALORIZAÇÃO DOS SEUS DIREITOS

A FECTRANS depois de auscultar os trabalhadores, decidiu assinar as alterações ao AE da Carris para 2021. Fê-lo devido à importância da manutenção de todos os direitos e do compromisso da entrada de um novo sistema de folgas, para os trabalhadores do tráfego com folga rotativa, em julho de 2023. Já no que respeita aos salários, o C.A. podia e devia ter ido mais longe. Foi a pressão dos trabalhadores que forçou o C.A a passar de zero para os 15 € de aumento salarial. Será a participação reivindicativa dos trabalhadores que levará a empresa, no futuro, a ter uma outra postura na negociação dos salários. Pela nossa parte não vamos desistir de provar que os trabalhadores da Carris, merecem mais e melhor. Para a FECTRANS a política salarial da empresa necessita de ser revista a curtíssimo prazo. O salário base precisa de ser valorizado e distanciar-se do salário mínimo nacional. Este deve ser um objetivo estratégico da gestão de recursos humanos da empresa, considerando que a melhoria do serviço público é indissociável da valorização e reconhecimento profissional daqueles que o prestam.

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FINALMENTE A EMPRESA ASSUME A REALIZAÇÃO DE TESTES RÁPIDOS!

Em reunião realizada hoje, o C.A. transmitiu que vai realizar os testes antigénio, para despistagem do Covid, aos trabalhadores da Carris, CarrisBus e CarrisTur, de forma periódica e voluntária. Passados assim largos meses, sobre o STRUP ter colocado esta questão como uma necessidade, para a proteção dos trabalhadores e a contenção de focos infeciosos, esta decisão, demonstra que vale a pena acreditar e não desistir de lutar pelos interesses dos trabalhadores. Para trás ficou a “argumentação” do “não vale a pena”, e ”de quem faz o teste agora, pode ser contaminado a seguir”. O plano apresentado pelo C.A., assenta na realização destes testes a todos os trabalhadores. Para o efeito terão que se inscrever, através de mail, que será fornecido pelos recursos humanos. através do qual indicarão qual o dia, hora e Estação, em que pretendem efetuar o teste.

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Aos trabalhadores motoristas da TST

Os motoristas da TST, têm vindo a ser confrontados com a obrigatoriedade de utilização do Livrete Individual de Trabalho, para controlo dos tempos de trabalho e de repouso, de uma forma particularmente coerciva por parte das chefias de movimento, dando cumprimento a uma circular interna da administração da empresa.

Tal situação (em principio desprovida de sentido) uma vez que as viaturas da empresa estão equipadas com controlo automatizado, suscitou algumas dúvidas aos trabalhadores e ao sindicato.

Como sempre, antes de nos precipitarmos num juízo final, contactamos a direcção de recursos humanos da empresa a quem solicitamos explicações sobre o que está a ocorrer.

Assim, foi-nos transmitida a seguinte justificação:

  1. Nem todas as viaturas estão equipadas com tacógrafo;
  2. Os motoristas podem fazer serviço de condução, inclusivamente no mesmo dia, com viatura equipada com tacógrafo e com viatura não equipada;
  3. Em resultado desta situação a empresa tem sido alvo de coimas sucessivas cujos valores são extremamente avultados;

A empresa solicita a todos os motoristas que cooperem na utilização dos Livretes de controlo individual porque trata-se de uma situação transitória até à chegada da nova frota, esta sim, completamente equipada com os mecanismos automáticos.

Entretanto disponibiliza a todos os trabalhadores que eventualmente não tenham os respectivos livretes, os mesmos, devidamente autenticados.

Face ao exposto, e tratando-se de uma situação a prazo, o STRUP não observa nenhum inconveniente que os motoristas cooperem nesta solução provisória.

Ainda assim, e porque a situação provocou alguns desentendimentos, no próximo dia 10 de março, estaremos em contacto com os motoristas no sentido de avaliar outras possíveis situações resultantes desta tomada de decisão por parte da empresa.

Laranjeiro, 5 de março de 2021

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É POSSIVEL E NECESSÁRIO AVANÇAR MAIS NOS SALÁRIOS!


Na reunião realizada no dia 3 de março, o C.A. admitiu passar de 10 para 15 € o aumento salarial mensal. Uma atualização insuficiente, feita à custa de “trocas e baldrocas” com a retirada de matérias, antes aceites pelo C.A.
Na prática a proposta corresponde a 50 cêntimos diários. Ou seja, metade do aumento do salário mínimo nacional. Pouco, muito pouco para uma administração que diz ter os trabalhadores no “coração” para trabalhar e depois os trata com os “pés” quando chega a altura de os aumentar.
Não reclamamos “este e outro mundo”, mas não aceitamos que a política salarial do C.A. empurre paulatinamente o nosso salário base para o salário mínimo nacional. Uma situação inadmissível, considerando as competências profissionais dos trabalhadores da Carris e o serviço publico que prestam.
A vida já demonstrou que vale a pena reivindicar e acreditar naquilo a que temos direito. A indignação dos trabalhadores obrigou o C.A. a passar de um aumento zero para os 15 €. A reafirmação da nossa insatisfação será determinante para forçar a administração a assumir o aumento significativo dos nossos salários.

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