“NÃO SOMOS FILHOS DE UM DEUS MENOR”

 

A Carris ao requisitar trabalhadores à CarrisTur deveria respeitar quem trabalha assegurando deveres e direitos iguais. Esta é uma regra básica que tem de estar sempre presente, tanto mais quanto o presidente do C.A. da CarrisTur é administrador da Carris. Algo que, lamentavelmente, não acontece quando os motoristas e guarda-freios da CarrisTur continuam a não ver reconhecida a sua antiguidade após a integração nos quadros de pessoal da empresa mãe. Um “apagão” na antiguidade que prejudica significativamente os rendimentos, já tão depauperados destes trabalhadores. Por outro lado, os trabalhadores administrativos que, numa primeira fase foram colocados em teletrabalho agora, quando por força da lei deveriam continuar a ser abrangidos por este regime, a CarrisTur inventou a figura de “dispensados”, para tentar fugir ao pagamento do subsídio de refeição. Estas são medidas de gestão inadmissíveis que o STRUP não só continuará a denunciar como a combater. O C.A. da CarrisTur pode ter a força do poder, mas os trabalhadores da empresa têm a força da razão. A força que emana da defesa da dignidade de quem, cumprindo com os seus deveres, não abdica de ver os seus direitos respeitados e efetivados.

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COMUNICADO CONJUNTO AOS TRABALHADORES DA TST

PROTOCOLO PARA LIQUIDAÇÃO DE CRÉDITOS

Como já havíamos informado, os sindicatos encontravam-se a negociar com a administração da TST, um protocolo para liquidação dos créditos vencidos pelos trabalhadores no que respeita aos descansos compensatórios e aos proporcionais.

Na reunião realizada por videoconferência no passado dia 26 de fevereiro de 2021 e após alguns esclarecimentos solicitados à representante da empresa, os sindicatos acordaram o referido protocolo, nos seguintes termos:

  1. Os descansos compensatórios, ainda em dívida, serão pagos na íntegra aos trabalhadores;
  2. Os proporcionais dos últimos 10 anos serão pagos aos trabalhadores na integra, tenham ou não recibos de vencimento;
  3. Os proporcionais anteriores a 2010 (inclusive), acompanhados dos respectivos recibos de salário, serão igualmente pagos na íntegra;
  4. Os proporcionais, referidos no ponto anterior mas que não tenham recibos de salários, serão pagos de acordo com o critério da média dos 10 últimos anos e, o valor a atribuir por cada ano, tenha o trabalhador realizado trabalho que conferisse esse direito ou não, será o correspondente a 35% da referida média.
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AOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO DE PASSAGEIROS

Jejum durante mais de 20 anos Durante mais de duas décadas os salários, e as condições de trabalho nas empresas do Setor Privado de Passageiros foi uma manta de retalhos. Se é verdade que existiam meia dúzia de empresas no setor que pagavam acima da tabela, seguindo a recomendação da ANTROP, não é menos verdade, que a maioria das empresas pagava o Salário Mínimo Nacional, e alguns prémios (não garantidos, nem pagos a 14 meses).
O STRUP assume, como sempre assumiu, que em 2015, e a negociação de revisão em 2019, não sendo o ideal, permitiu um ganho significativo para todos os trabalhadores.

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PARCEIROS/MOTORISTAS dos TVDE,

Nestes meses mais recentes têm vindo a ser desenvolvidas várias diligências em defesa do TVDE, através de reuniões com entidades de competências fiscalizadoras, de gestão e de regulação  do sector. Contudo, até ao momento, não foram tomadas medidas que resolvam os problemas constantes do nosso caderno reivindicativo. Como profissionais do TVDE continuamos a presenciar, todos os dias, a violação por parte das plataformas electrónicas (Uber, Bolt e Freenow) da lei 45/2018 que nos rege, perante a inoperância das ditas entidades fiscalizadoras.

Perante esta situação de ausência de medidas tomadas por parte das respectivas entidades competentes, o STRUP voltou a reforçar junto das mesmas, a necessidade de se efectuar um balanço ao trabalho desenvolvido o que, infelizmente não tem tido resposta.

Constatando o cenário acima descrito, vimos convocar todos os profissionais do sector TVDE a estarem presentes na semana de luta em defesa da dignidade desta profissão, a acontecer no final de Fevereiro. Assim, propomos realizar o seguinte:

22 de Fevereiro, Segunda-feira, às 15h: plenário de motoristas, para um debate mais alargado e auscultação das diversas opiniões que os profissionais do sector entendam pertinentes para melhorar o nosso trabalho. Este plenário, à semelhança do anterior, será realizado por videoconferência com uma participação física de 10 elementos.

25 de Fevereiro, Quinta-feira, das 10h às 12h: vigília em frente ao Ministério do Ambiente, que é quem tutela a nossa actividade, e que se encontra em falta com a marcação de uma reunião com o ministro, cujo compromisso foi assumido pelos assessores que anteriormente receberam o STRUP. Em simultâneo com a vigília, convocamos um buzinão, convidando os motoristas a passarem em frente ao Ministério, na Rua do Século, e a demonstrarem o seu descontentamento.

25 de Fevereiro, Quinta-feira, 14h, Cais do Sodré: Concentração de todos os profissionais do TVDE junto aos restantes trabalhadores, no Cais do Sodré, para mostrar o nosso legítimo desejo de melhor condições laborais e salários dignos.

Lisboa, 13 de fevereiro de 2021

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É PRECISO RESPEITAR E VALORIZAR OS TRABALHADORES DA CARRIS!

Na reunião realizada no dia 10/02, o C.A. apresentou uma proposta de 10 euros de aumento salarial mensal, “pelo reconhecimento do esforço dos trabalhadores”. Ou seja, para eles, o nosso empenho, dedicação e sentido de responsabilidade, valem 33 cêntimos por dia.
Para o C.A. estamos “no pelotão da frente para trabalhar” e no “carro-vassoura” para receber. É inadmissível que o salário base dos homens e mulheres que poem a frota da Carris a andar, esteja cada vez mais próximo do salário mínimo nacional. Haja respeito e consideração por quem trabalha.
O C.A. tem a obrigação e condições para ir muito mais longe. É possível, necessário e urgente o aumento significativo dos salários na Carris. É preciso ter presente que a melhoria do serviço público é indissociável da valorização dos trabalhadores que, com zelo e competência, o prestam diariamente.
Uma situação que releva a importância da redução do horário de trabalho, mesmo que faseada, para as 35 horas. Não faz sentido que o C.A. reconheça a justeza da reivindicação e depois recorra a desculpas coxas para dizer que não pode assumir compromissos, que se prolonguem para além do mês de Setembro.

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