AOS TRABALHADORES DA TST

 ALGUNS ESCLARECIMENTOS PARA EVITAR MAL ENTENDIDOS

  1. O facto de o presente processo de negociações com a TST, estar a decorrer em mesa negocial conjunta, com todos os sindicatos e, alguma informação prestada ser efectuada em comunicado conjunto, tal não obsta a que cada uma das organizações sindicais se dirija de forma autónoma aos trabalhadores do modo que considerar mais eficaz;
  2. O STRUP, sempre entendeu, porque faz parte da sua natureza, prestar informação aos trabalhadores, dando-lhes conhecimento da evolução dos acontecimentos que vão ocorrendo à mesa de negociações;
  3. Importa sublinhar que o resultado final de um processo de negociação decorre sempre de um conjunto de alterações que se vão observando ao longo do mesmo, isto determina que a informação que hoje é prestada, não é, nem deve ser considerada a definitiva.
  4. Mas, como já referimos, tal não pode ser impeditivo, e para o STRUP não o é, de manter os trabalhadores informados da evolução do seu processo de negociações.   

NEGOCIAÇÕES TST – PONTO DE SITUAÇÃO

Como havíamos informado os trabalhadores quer através do ultimo comunicado conjunto, quer através dos contactos entretanto efectuados, realizou-se no dia 2 de fevereiro, por videoconferência, mais uma reunião de negociações.

Relativamente aos salários, sem prejuízo do resultado final do processo de negociação em curso, a administração da empresa, mantem o propósito, por pressão dos sindicatos, de paralelamente ao processo de negociação efectuar uma actualização no salário. Para o efeito mantém o aumento de 7,00 euros na tabela e apresentou um novo valor para o subsidio de refeição (actualamente 5,99 €) acrescenta 25 centimos o que significa que passa para 6,24 €. Nivela por valor igual, a primeira e segunda penalizações.

Naturalmente que os sindicatos não recusam as referidas actualizações mas consideram as mesmas insuficientes. A empresa aplicará estes valores por acto de gestão, com produção de efeitos a Janeiro deste ano que serão processados com os respectivos retroactivos no final de Março.

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É PRECISO AVANÇAR E OS SALÁRIOS AUMENTAR!

Decorreu na passada 2a feira, mais uma reunião de negociações do AE. Uma reunião que demorou muito e se avançou pouco.
Com efeito o C.A. persiste em “empurrar com a barriga” o processo de negociação. Lesto em evitar a discussão de questões centrais relacionadas com as matérias de expressão pecuniária, o C.A. opta por se refugiar na desculpa de ter de analisar as propostas dos diversos sindicatos.

Neste sentido, e apesar de pequenos ajustes, em matérias como, a atribuição do subsídio de pronto-socorro; o alargamento do horário para a atribuição do subsídio diário aos trabalhadores que não tem transportes; o pagamento em numerário da parte do subsídio de refeição que não é sujeito a impostos, aos trabalhadores interessados; e a justificação e pagamento do aumento de créditos para a dádiva de sangue; ficaram de ser analisados pelo C.A.. Uma análise que se espera que tenha uma resposta positiva.

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Realizou-se no dia 26/01/2021, uma reunião entre o C.A. e as ORT’s da Carris, no âmbito da discussão sobre as medidas de proteção a adoptar perante a epidemia em curso. Neste contexto o C.A. assumiu que:Realizou-se no dia 26/01/2021, uma reunião entre o C.A. e as ORT’s da Carris, no âmbito da discussão sobre as medidas de proteção a adoptar perante a epidemia em curso. Neste contexto o C.A. assumiu que:• Vai realizar testes aos trabalhadores da secretaria da Musgueira e da Central de Comando de Tráfego (MF), assim como a desinfeção das respectivas instalações;• Já informou a DGS do interesse em que os trabalhadores da Carris sejam integrados nos grupos prioritários de vacinação;• Vai analisar a possibilidade de aumento do número de serviços seguidos e também a hipótese de colocação de “sprinters”, nos locais de rendição, de forma a viabilizar a deslocação dos trabalhadores para as Estações;• Irá adquirir máscaras com maior nível de proteção;• Irão ser implementadas escalas de verão e em algumas situações serviços de férias escolares;Regista-se a resposta dada pela empresa. Contudo fica muito aquém de corresponder às inquietações com que os trabalhadores se confrontam no dia-a-dia.Para o STRUP é necessário que o C.A. vá mais longe. Investir na proteção da segurança e saúde no trabalho, é uma prioridade indispensável para assegurar o bem-estar dos trabalhadores e garantir a prestação do serviço público.

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Aos Trabalhadores do Grupo Eva/Barraqueiro COMPROMISSO ASSUMIDO COM OS TRABALHADORES A administração do Gruo Eva/Barraqueiro, assumiu perante os trabalhadores compromissos quando precisava de desmobilizá-los da luta que decorria na altura, e agora dá o dito pelo não dito com a declaração de não cumprir com o acordado! Os trabalhadores da PXM, assim como os demais trabalhadores das empresas do Grupo Eva/Barraqueiro só exigem que se cumpra o compromisso assumido. Não é justo, e muito menos sério, que se procure criar grupos de trabalhadores à margem da negociação com os seus representantes Sindicais eleitos, tendo como claro objetivo o não cumprimento do direito dos trabalhadores à negociação colectiva. Para o STRUP/ FECTRANS, esta estratégia já é bastante conhecida, e ainda devia estar na memória dos representantes do conjunto destas empresas. Não é com a estratégia de dar protagonismo a um pequeno grupo escolhido pela administração que até pode dar a sensação à administração que engana a maioria, mas os trabalhadores já conhecem a habilidade desta administração, e a resposta será certamente a instabilidade e a revolta. Na última grande luta dos trabalhadores, o Sr. Humberto Pedrosa, responsabilizou o então administrador, mas em pouco tempo o seu substituto veio afirmar a mesma linha de gestão!

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SITUAÇÃO PANDEMICA ATINGE TUDO E TODOS

É já, um discurso recorrente de todos os agentes da sociedade, mas que reflete uma realidade incontornável. De facto, esta pandemia atinge todos indiscriminadamente, mas os prejuízos dela resultantes têm uma maior dimensão naqueles que dispõem de menores recursos, como por exemplo, os trabalhadores em geral, e do sector dos transportes em particular, pelos motivos amplamente conhecidos.

Como todos entenderemos, os processos de revisão das condições de trabalho dos trabalhadores, são igualmente afetados porque os recursos disponíveis não são os mesmos que seriam numa situação normal.

No entanto, compete aos sindicatos reclamarem das empresas um esforço suplementar porque só assim será possível minimizar os prejuízos dos mais desfavorecidos nesta situação, os trabalhadores.

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