REUNIÃO STRUP / ANTROP

Em resposta à proposta de revisão do CCTV do Setor Privado de Passageiros, a ANTROP não acolheu as dificuldades dos trabalhadores.
A delegação do STRUP confrontou a ANTROP com a necessidade da valorização da matéria retributiva, recusando firmemente ser apanhados pelo aumento do Salário Mínimo Nacional de 30€. Esta Associação Patronal não construiu soluções junto dos seus associados nas empresas, por forma a que a matéria retributiva fosse mantendo esse distanciamento. A ANTROP transmitiu que não irá assumir qualquer valorização nas matérias retributivas para além do que o próprio CCTV já obriga. A manter-se, este será o caminho para a luta dos trabalhadores!
A atualização salarial será apurada pela inflação apurada, acrescida de 0,25%, a atualização do subsídio de refeição para 5€, e a aplicação das 3h* à generalidade dos trabalhadores (* sobre aquelas empresas que ainda tinham períodos superiores). E isto leva a que o SMN seja cada vez mais aplicado a mais trabalhadores!

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SOLUÇÕES PARA O SECTOR DO TÁXI

Ao longo de muitos anos a intervenção sindical tem-se centrado na necessidade de criar condições condignas no trabalho e valorização dos salários e dignicação da prossão.

Por falta de scalização das entidades competentes, foi-se introduzindo regras de prestação de trabalho, que não respeitam a legislação e a contratação colectiva, que agora no quadro pandémico em que vivemos deixou os trabalhadores desprotegidos, estando milhares a atravessar enormes diculdades.

Todas estas práticas, associadas à rendição dos governos relativamente aos grupos multinacionais que começaram a operar em Portugal e que criaram uma concorrência desleal e com a redução de procura actual, o sector do táxi encontra- se num quadro de degradação, para o qual o Governo tem que se denir acerca do que quer. Se salvar o sector, ou o deixar afundar com a perda de milhares de postos de trabalho, destruindo assim a vida de muitos trabalhadores e pequenos e médios empresários.

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Carta Aberta ao Conselho de Administração da Carris

A S S I M, N Ã O!

O tempo que vivemos justifica e exige, o reforço da proteção da saúde dos trabalhadores da Carris,
contra o Covid19. Esta é uma questão que requer a união de esforços contra uma pandemia, que
preocupa e instabiliza as pessoas, as famílias, as empresas e o País.
Tal facto implica que não fiquemos pela constatação dos problemas. É preciso ir mais longe na reflexão
e na ação. Mais do que remediar a jusante é necessário prevenir a montante.
Neste sentido o STRUP tem vindo a apresentar um conjunto de propostas ao C.A., com a consciência
que não são as únicas, mas com a convicção de que associadas a outras, podem contribuir para
aumentar os níveis de Segurança e Saúde no Trabalho e proteger os trabalhadores.

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Reunião STRUP / TRANSDEV

A reunião com os representantes da TRANSDEV vêm desta forma confirmar os piores receios dos trabalhadores.A administração da TRANSDEV insiste em fazer recair sobre os trabalhadores a responsabilidade de cobrar as dívidas. Esta é a resposta quando são questionados sobre o pagamento pontual da retribuição. Isto sobre o pagamento do salário ao dia 05 de cada mês, e sobre o pagamento do subsídio de férias no dia 20 de dezembro.

A valorização das condições de vida e trabalho

O STRUP reuniu com o Conselho de Administração da TRANSDEV no passado dia 13 de outubro. Nesta reunião foram abordadas as principais preocupações dos trabalhadores, e entregue uma proposta para as situações diferenciadas no seio do Grupo TRANSDEV.

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DESINFORMAR NÃO…INFORMAR SIM

Sobre as instalações da TST em Setúbal e face às informações transmitidas à direcção do STRUP, a situação apresentava-se grave, pelo que, sem precipitações, entendemos tornar publicas, sob reserva de confirmação, como aliás se pode interpretar facilmente do texto quando se refere que… “Não vamos de imediato produzir qualquer juízo de valor mas a confirmar-se…”

Naturalmente que a informação não deixa de transmitir uma hipótese que não se veio a confirmar.

Pelo facto apresentamos as nossas desculpas a todos aqueles a quem a informação era dirigida, trabalhadores da TST mas de forma directa também à administração da empresa a quem caberia a responsabilidade por algo que afinal não corresponde à verdade dos factos.

Assim, importa agora transmitir a todos os interessados e particularmente os principais visados, os trabalhadores, que as instalações em Setubal estarão a funcionar como sempre estiveram até 31 de dezembro de 2020.

Após aquela data, os actuais serviços passarão a funcionar na Várzea e serão complementados no que for necessário pelas instalações da Varzinha.

Lisboa, 2 de dezembro de 2020

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