PLENRIOSBT101718SET2020

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AS EMPRESAS RECEBEM MILHÕES, MAS OS TRABALHADORES RECEBEM TOSTÕES

Em 13 de agosto de 2020, os jornais anunciavam que as empresas de transporte de passageiros já tinham recuperado mais de 50% da sua procura. Em setembro, existem ainda empresas a suprimir circulações, ou mesmo em lay off. Esta semana entraram mais uns milhões de euros nos cofres das empresas. Parece que só “os patrões é que têm barriga”, enquanto os trabalhadores só têm cinto, e cada vez mais apertado! De acordo com as mais recentes notícias, na Área Metropolitana do Porto seriam disponibilizados 22,7 milhões de euros aos operadores privados, segundo o Jornal Expresso de 31 de julho. Pouco tempo antes, a própria ANTROP, associação que representa as maiores empresas no nosso anunciava a sua satisfação pela primeira verba que era disponibilizada pelo Estado(contribuintes) aos operadores privados. E não mais pararam de esticar a mão ao dinheiro dos Contribuintes com contrapartidas ao nível de isenções de pagamentos ao fisco, e ainda o pagamento dos salários dos trabalhadores através da figura dos lay off simplificado, e mais recentemente pelo lay off “clássico”. Na última semana chegaram mais uns milhões às empresas, mas não querem falar em aumentar salários! 

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AOS TRABALHADORES DOS TVDE

CONCLUSÕES DA REUNIÃO COM A DGERT

No seguimento da concretização do trabalho planeado em sequencia da reunião realizada com trabalhadores deste sector de actividade, o STRUP e um trabalhador motorista, Paulo Santos, reuniram na DGERT, Direcção Geral das Relações Colectivas de Trabalho, no passado dia 1 de Setembro.

Foram apresentadas um conjunto de situações que caracterizam o mau funcionamento deste subsector mas em particular e como objecto principal da reunião, a necessidade de estender a convenção colectiva de trabalho existente, a todos os trabalhadores motoristas que laboram no transporte ligeiro de passageiros.

Os representantes da DGERT  ficaram de apresentar  esta proposta à direcção destes serviços, para analisar da sua exequibilidade e comprometeram-se,  a apresentar os resultados, em próxima reunião a realizar no inicio de Outubro, uma vez que neste período de férias a capacidade de resposta é reduzida.

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DO PARAISO AO INFERNO

Os trabalhadores que prestam atividade neste sector, verificaram que, decorridos poucos anos, o paraíso prometido pelas plataformas digitais, rapidamente se transformou num inferno.

Aliás, importa sublinhar que a actividade do transporte ligeiro de passageiros, nas suas diferentes características, (sector táxi clássico, uber, tuc-tuc, etc.), deixava antever um colapso que a pandemia apenas acelerou.

O STRUP, tem vindo a tentar organizar estes novos sectores de actividade. No entanto a forma inorgânica das entidades responsáveis têm dificultado e muito esta tarefa. Por outro lado, os trabalhadores do sector, nas sua múltiplas características de ligação laboral aquelas entidades inorgânicas mas sobretudo registados como empresários em nome individual, tem representado outro obstáculo que têm impedido de realizar essa desejada organização colectiva.

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É NECESÁRIO FAZER BALANÇO

Decorridos vários meses sobre o início da pandemia em Portugal que, determinou um conjunto de medidas extraordinárias no funcionamento da empresa, importa agora com os trabalhadores, fazer um ponto de situação no que respeita ao seu caderno reivindicativo, cuja negociação do seu conteúdo, foi interrompida em resultado da situação descrita.

Neste sentido o STRUP, irá contactar as restantes organizações para tornar possível a realização de um plenário geral no início de setembro, considerando que durante o mês de agosto muitos trabalhadores encontram-se no seu gozo de férias.

Oportunamente informaremos os trabalhadores do repectivo agendamento do plenário.

TRABALHADORES DA MANUTENÇÃO (OFICINAS)

Relativamente aos trabalhadores que foram, recentemente, alvo de transferência de local de trabalho de Sesimbra para Setubal, o STRUP ainda esta semana (provavelmente na próxima 5ª feira) irá falar com os mesmos no sentido de clarificar a situação.

Quanto à implementação do trabalho por turnos que vem sendo objecto de negociação com a administração da empresa, considerando que o processo se encontra na fase de todas as decisões e tal como havíamos assumido nos plenários realizados, a decisão final será determinada pelos trabalhadores.

Para o efeito iremos realizar um plenário geral centralizado, na sede da empresa, no início do mês de setembro. A deslocação dos trabalhadores será assegurada (para e do plenário) pelo STRUP.

Oprtunamente complementaremos esta informação

Lisboa, 04 de agosto de 2020

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