ORT´S DA TST

AOS TRABALHADORES

Realizou-se, dia 03 de junho uma reunião via Skipe a pedido da TST, para anunciar que vai proceder a mais uma prorrogação do Lay-Off, desde o dia 8 de junho a dia 30 de junho.

A empresa continua a colocar trabalhadores neste regime, embora, como todos nós podemos verificar, a oferta não se adequa às necessidades reais, colocando imensos entraves na efetividade dos serviços.

Sabemos que a gestão da empresa cabe á TST, mas continuamos a afirmar que os trabalhadores continuam a ser as principais “vítimas” desta pandemia, com redução substancial dos seus rendimentos. O setor dos transportes de passageiros não está à altura das exigências, seja no cumprimento das exigências da DGS seja as do Governo, nomeadamente em termos de lotação máxima (em certas partes do dia) como, na regularidade e oferta prestada aos utentes.

Todas estas medidas alimentam o descontentamento dos utentes e originam, respetivamente, alguma conflitualidade a quem todos os dias presta o seu serviço, “sendo a cara da empresa” para com os passageiros.

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COVID-19 A LEI É PARA CUMPRIR!

O desrespeito pelos trabalhadores leva-nos a reforçar a informação sobre os cuidados a ter, e as responsabilidades que todos têm de assumir.Ao longo de todo o processo de pandemia, independentemente dos estados que atravessámos, o perigo não desapareceu, e isto deve-nos manter alerta e não facilitar de forma alguma.

NÃO PODEMOS FICAR ETERNAMENTE EM CONFINAMENTO!Verdade! No entanto, a DGS e o Governo de Portugal determinaram um conjunto de regras com vista a reduzir o risco de contágios, ao qual as empresas são as primeiras responsáveis pelo seu cumprimento! Só com o respeito integral pelas regras emanadas pela DGS os trabalhadores terão alguma segurança.As empresas não podem continuar a expor os trabalhadores ao perigo, da forma como o estão a fazer! Verifica-se neste momento uma maior procura do transporte público por parte das populações que vão regressando aos seus empregos. As empresas têm de cuidar de todas as circulações que estão a transportar pessoas sem respeito pela lotação exigida pela lei, e só isto garante minimizar os riscos a todos quantos são transportados diariamente.

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PLENRIO TST 29MAIO2020

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na defesa dos interesses dos trabalhadores da CarrisBus

No acto da assinatura o STRUP/FECTRANS salientou que se orgulha de nunca se ter conformado com a destruição do sector oficinal da Carris, levado a cabo com a criação da CarrisBus, que teve como objetivo acabar com a contratação colectiva, precarizando as relações de trabalho de todos, através dos contractos de cedência para uns e a aplicaçãodoCódigodeTrabalhoparaoutros,aproveitando as sucessivas revisões deste, feitas por acordodoGoverno/Patronato/UG”T”.
A luta dos trabalhadores da CarrisBus, que o STRUP/FECTRANS se honra de ter encabeçado, conduziu em 2017 à conquista do 1º AE - Acordo de Empresa, revisto em 2019 e agora em 2020, num processo que terá que ter continuidade em 2021, que se espera também poder ser o ano da integração completa dos trabalhadores da CarrisBusnaCarris.

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COVID-19

com LAY OFF nas empresas não é possível servir as populações!

Os trabalhadores das empresas de transportes colocados em lay off estão a servir para subsidiar o pagamento de trabalho suplementar aos se mantêm no posto de trabalho! É inaceitável que haja empresas a utilizar os recursos públicos que lhes foram atribuídos para salvaguarda de postos de trabalho e evitar encerramentos, para que, aos trabalhadores que se mantêm façam trabalho suplementar. A Autoridade para as Condições de Trabalho, a Segurança Social, bem como as Autoridades responsáveis pela supervisão dos transportes estão a ser informados sobre estas habilidades que se estão a fazer nestas empresas! Serão coniventes?

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