AOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO DE PASSAGEIROS

É PRECISO DESCONFINAR OS TRABALHADORES, PARA MAIS E MELHORES TRANSPORTES

Sob o pretexto das dificuldades das empresas, a ANTROP conseguiu junto do Governo avultadas quantias para que assegurassem o transporte às populações, que não iria além dos 90%, disseram! Quando falamos de empresas de transportes, obviamente que temos noção que não estarão todas ao mesmo nível, há quem tenha dificuldades, mas também há quem tenha muito menos dificuldades. No entanto verifica-se em algumas destas, que recorrem aos apoios, mantêm os trabalhadores confinados, enquanto os passageiros agonizam nas paragens. Não podemos permitir que no universo das grandes empresas, que haja situações de claro incumprimento da lei, e de uso abusivo ao recurso do trabalho extraordinário. Os trabalhadores que estão em lay off parcial não podem ser submetidos a cargas horárias tais, que sirvam para manter afastados do posto de trabalho os seus colegas. Às empresas, e aos trabalhadores em lay off, que estão a servir-se do dinheiro dos contribuintes para pagar salários é vedado o recurso ao trabalho suplementar. Se existe trabalho extra, então não se verificam as condições para manter trabalhadores em lay off!

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Trabalhadores da Rodoviária do Tejo exigem fim do ‘lay-off’

Trabalhadores do grupo liderado pela Rodoviária do Tejo concentraram-se junto à sede, em Torres Novas, para exigir o fim do ‘lay-off’, no passado dia dia 8 de julho de 2020.

As razões desta manifestação do protesto prendem-se com o facto de, nesta fase, não se justificar que estas empresas mantenham os seus trabalhadores em lay-off;

Retomada a normalidade após o período de confinamento, a oferta do transporte publico de passageiros, deve retomar também a sua normalidade o que infelizmente não está a acontecer com prejuízos para a saúde dos utentes e com prejuízos para os trabalhadores que viram ao longo de 4 meses a sua capacidade de ganho substancialmente reduzida.

Acresce que, o mesmo grupo (Barraqueiro), trata os seus trabalhadores de forma descriminatória uma vez que, a uns paga entre 900,00 e 1.000 € e a outros como é a situação dos trabalhadores deste agrupamento, paga entre 530,00 e 570,00 €.

Por outro lado, a administração da empresa tem-se recusado sistematicamente a dialogar com o STRUP, não tendo até à data respondido a uma proposta reivindicativa entregue em fevereiro deste ano.

Tal situação, obriga os trabalhadores, face ao descontentamento generalizado, a exigir o fim do lay-off, injustificado e a reabertura urgente das negociações da revisão salarial.

Será nestes termos que a moção aprovada pelos trabalhadores será de imediato entregue à administração.  

09.07.2020

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STRUP/FECTRANS COM OS TRABALHADORES NA DEFESA DO A.E.

A FECTRANS enviou à administração da CarrisTur um ofício sobre a aplicação do AE no que respeita ao regime de majoração das férias, no qual chama a atenção para a forma como a empresa está a aplicar esta majoração.
A clausula 31a do AE estabelece que : “ A duração do período de férias é aumentada no caso de o trabalhador optar pelo seu gozo no período de menor atividade da empresa, normalmente entre 1 de novembro e 30 de abril ( com exceção das semanas de Natal, Ano Novo e Páscoa), nos seguintes termos:
a) Três dias de férias se marcar 15 dias no período referido;
b) Dois dias de férias se marcar 10 dias;
c) 1 dia de férias se marcar 5 dias; ...”
Desta clausula resulta claro que o trabalhador que colocar 10 dias de férias dentro dos limites referidos e colocar depois mais 5 dias de férias nas mesmas condições tem direito a gozar mais 3 dias de férias (dois do 1o período e mais um referente ao 2o período de férias metido).

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