EM TEMPO DE PANDEMIA, A SAÚDE DOS TRABALHADORES ESTÁ PRIMEIRO!

Apesar de estarmos numa situação pandémica muito mais grave do que a ocorrida no ano passado, as respostas do C.A. estão aquém do que foi feito e longe do que é necessário fazer. A realidade demonstra que temos infeções e isolamentos a mais e medidas de prevenção e proteção da saúde a menos. Não é admissível que o C.A. sonegue ao coletivo da empresa, aquilo que divulga junto da CML. Ou seja, que algumas dificuldades recentes na prestação do serviço publico se devem ao confinamento de um número considerável de trabalhadores. Por razões obvias, a questão não é saber quem são, mas quantos são os trabalhadores afetados e os setores onde desenvolvem a sua atividade profissional. Para o STRUP não é sério que o C.A. apele à cooperação das Organizações Representativas dos Trabalhadores e depois esconda e omita a informação do que se passa na empresa. Não é com secretismo, mas com transparência, responsabilidade social e sentido de missão que se responde aos problemas, se combate o boato e o alarmismo e se tomam medidas para proteger, a saúde dos trabalhadores. Este é o caminho certo para conseguir a estabilidade e a confiança que os trabalhadores necessitam e a empresa precisa para realizar o serviço publico.

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FalecimentoJorge

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AOS TRABALHADORES DA SCOTTURB

O,23€/dia a uma parte dos trabalhadores

A Gerência da empresa segue a sua estratégia de agravamento da exploração dos trabalhadores. Discrimina trabalhadores em função da categoria, da filiação sindical, e aumenta os períodos de trabalho seguido. A pandemia dos baixos salários combate-se com luta dos trabalhadores! Degradação das condições de vida e trabalho A avaliação que esta Gerência faz perante a crise pandémica, e a necessidade de valorizar os trabalhadores, verifica-se no modelo de investimentos que segue há cerca de década e meia. As frotas renovam-se, as viaturas “fabulosas” chegam ao Parque da Adroana, e mais um anúncio de que o investimento irá continuar, mas não para quem trabalha! E com isto, os trabalhadores e as suas famílias vivem de olhar para a fortuna da Família Barata. Os trabalhadores já conhecem esta linha de gestão, repressiva, autoritária e apostada na política do poucochinho! Não temos nada contra a fortuna, desde que quem trabalha seja justamente pago! Cada vez mais deslocam trabalhadores em função da desregulamentação do local de trabalho, em muitos destes locais não existe nenhuma infraestrutura para tomar uma refeição, ou mesmo para fazer as necessidades básicas. Uma empresa onde só os recibos que não são entregues aos trabalhadores estão isentos de erros!

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AOS TRABALHADORES DA TST

 ALGUNS ESCLARECIMENTOS PARA EVITAR MAL ENTENDIDOS

  1. O facto de o presente processo de negociações com a TST, estar a decorrer em mesa negocial conjunta, com todos os sindicatos e, alguma informação prestada ser efectuada em comunicado conjunto, tal não obsta a que cada uma das organizações sindicais se dirija de forma autónoma aos trabalhadores do modo que considerar mais eficaz;
  2. O STRUP, sempre entendeu, porque faz parte da sua natureza, prestar informação aos trabalhadores, dando-lhes conhecimento da evolução dos acontecimentos que vão ocorrendo à mesa de negociações;
  3. Importa sublinhar que o resultado final de um processo de negociação decorre sempre de um conjunto de alterações que se vão observando ao longo do mesmo, isto determina que a informação que hoje é prestada, não é, nem deve ser considerada a definitiva.
  4. Mas, como já referimos, tal não pode ser impeditivo, e para o STRUP não o é, de manter os trabalhadores informados da evolução do seu processo de negociações.   

NEGOCIAÇÕES TST – PONTO DE SITUAÇÃO

Como havíamos informado os trabalhadores quer através do ultimo comunicado conjunto, quer através dos contactos entretanto efectuados, realizou-se no dia 2 de fevereiro, por videoconferência, mais uma reunião de negociações.

Relativamente aos salários, sem prejuízo do resultado final do processo de negociação em curso, a administração da empresa, mantem o propósito, por pressão dos sindicatos, de paralelamente ao processo de negociação efectuar uma actualização no salário. Para o efeito mantém o aumento de 7,00 euros na tabela e apresentou um novo valor para o subsidio de refeição (actualamente 5,99 €) acrescenta 25 centimos o que significa que passa para 6,24 €. Nivela por valor igual, a primeira e segunda penalizações.

Naturalmente que os sindicatos não recusam as referidas actualizações mas consideram as mesmas insuficientes. A empresa aplicará estes valores por acto de gestão, com produção de efeitos a Janeiro deste ano que serão processados com os respectivos retroactivos no final de Março.

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