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Camaradas e amigos, trabalhadores da TST
O STRUP, e todos os sindicatos, vão estar reunidos com a administração da empresa, no próximo dia 5 de maio de 2020 por volta das 15.00 horas. A reunião, como habitual, decorrerá por videoconferência e tem por objectivo fazer o balanço da situação actual,do serviço prestado pela empresa e que decorre em regime parcial de lay off.
Para nós STRUP, mais importante que o balanço que a administração possa fazer, o que, no entanto, não podemos deixar de agradecer a disponibilidade que tem demonstrado para com os sindicatos, preocupa-nos principalmente as situações problemáticas e duvidas que os trabalhadores, nesta fase, estão a sentir no seu trabalho diário.
Para melhor podermos questionar a administração, é determinante que os trabalhadores nos deem conhecimento dos seus problemas e duvidas.
Aqui ficam os contactos do dirigente Fidalgo para que possam dirigir-lhe toda a informação que considerem pertinente.
Mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Tlm: 919786633
WhatsApp: Fidalgo 919786633
Desde já agradeço a vossa colaboração.
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ORT´S DA TST
AOS TRABALHADORES
Realizou-se, dia 03 de junho uma reunião via Skipe a pedido da TST, para anunciar que vai proceder a mais uma prorrogação do Lay-Off, desde o dia 8 de junho a dia 30 de junho.
A empresa continua a colocar trabalhadores neste regime, embora, como todos nós podemos verificar, a oferta não se adequa às necessidades reais, colocando imensos entraves na efetividade dos serviços.
Sabemos que a gestão da empresa cabe á TST, mas continuamos a afirmar que os trabalhadores continuam a ser as principais “vítimas” desta pandemia, com redução substancial dos seus rendimentos. O setor dos transportes de passageiros não está à altura das exigências, seja no cumprimento das exigências da DGS seja as do Governo, nomeadamente em termos de lotação máxima (em certas partes do dia) como, na regularidade e oferta prestada aos utentes.
Todas estas medidas alimentam o descontentamento dos utentes e originam, respetivamente, alguma conflitualidade a quem todos os dias presta o seu serviço, “sendo a cara da empresa” para com os passageiros.
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na defesa dos interesses dos trabalhadores da CarrisBus
No acto da assinatura o STRUP/FECTRANS salientou que se orgulha de nunca se ter conformado com a destruição do sector oficinal da Carris, levado a cabo com a criação da CarrisBus, que teve como objetivo acabar com a contratação colectiva, precarizando as relações de trabalho de todos, através dos contractos de cedência para uns e a aplicaçãodoCódigodeTrabalhoparaoutros,aproveitando as sucessivas revisões deste, feitas por acordodoGoverno/Patronato/UG”T”.
A luta dos trabalhadores da CarrisBus, que o STRUP/FECTRANS se honra de ter encabeçado, conduziu em 2017 à conquista do 1º AE - Acordo de Empresa, revisto em 2019 e agora em 2020, num processo que terá que ter continuidade em 2021, que se espera também poder ser o ano da integração completa dos trabalhadores da CarrisBusnaCarris.
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A UNIÃO FAZ A FORÇA!A UNIÃO FAZ A FORÇA!
Sobre as mais recentes notícias, de que a Concessão dos Transportes Públicos em Cascais terão novo operador, situação que não nos espanta (infelizmente), uma vez que estivemos sempre na linha da frente dando nota dos perigos que estavam adjacentes a este processo.Os trabalhadores da SCOTTURB sabem que o STRUP/FECTRANS acompanha este processo há cerca de 3 anos, e que sempre deu nota dos riscos de perda por parte da SCOTTURB, porque era efetivamente um cenário possível.Participámos em inúmeras iniciativas nomeadamente, na Assembleia Municipal de Cascais, em reuniões com o autarca, no S.B.E (School Business and Economics) em Carcavelos onde foi apresentado o caderno de Encargos, na Área Metropolitana de Lisboa, Autoridade para a Mobilidade e Transportes, em iniciativas públicas dinamizadas pela Transportes em Revista, junto da ANTROP, na Assembleia da República e no Parlamento Europeu representados por uma delegação, onde foi reportado o processo em curso, os riscos para os trabalhadores pela forma como estava a ser apresentado este caderno de encargos. Defendemos sempre que este processo teria de garantir que os trabalhadores não saíam prejudicados.




