AOS TRABALHADORES DA CARRISTUR
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UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
Após aproximadamente 4 meses da publicação do Acordo de Empresa, o STRUP- FECTRANS orgulha-se de com os trabalhadores, ter desencadeado todo o processo para a criação do mesmo e em resultado disso, concluir com êxito o que é o 1º acordo de empresa na CarrisTur.
O trabalho não está concluído, motivo esse pelo qual o STRUP- FECTRANS já pediu uma reunião ao Conselho de Administração da CarrisTur, afim do esclarecimento de questões que nos foram chegando por vários trabalhadores e que merecem total atenção, questões essas como:
AOS TRABALHADORES DA EMPRESA TST
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AOS TRABALHADORES DA TST
Ontem dia 3 de abril de 2020, foi realizada uma reunião com a administração da empresa por videoconferência para fazer o ponto de situação neste momento particularmente conturbado. Do debate entre sindicatos e empresa pode-se concluir o seguinte:
- A empresa vai entrar em Ly-off, dispensando 60% dos trabalhadores, procurando garantir assim, 40% da do funcionamento.
- Os trabalhadores que ficarem abrangidos pela Lay-off, poderão ser chamados a qualquer momento para substituir outros trabalhadores por diversos motivos.
- Durante o Lay-off os trabalhadores deverão receber 66% da média da sua remuneração liquida nos últimos 12 meses.
- Quanto aos 63 trabalhadores em regime experimental e dos quais 11 foram já notificados de que não renovarão com a empresa, serão feitos todos os esforços para os manter na empresa, incluindo os que foram notificados.
- Quanto à forma inadequada de classificar na escala de serviço as ausências forçadas dos trabalhadores como falta, vai ser de imediato corrigida.
- Ficou nova reunião marcada para a próxima terça-feira, na qual será analisada os apoios, entretanto disponibilizados às empresas e quais os reflexos que deverão ter nas condições de trabalho dos trabalhadores da TST.
AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA
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Processo de Uniformização e os mitos
A FECTRANS / STRUP assumiu desde 2015 junto dos trabalhadores o compromisso de construir soluções para devolver o direito à negociação coletiva, que foi retirado pela publicação da Caducidade do Acordo de Empresa RL. A caducidade do Acordo de Empresa foi publicada com efeitos retroativos, o que veio a aguçar a estratégia de aplicação do CCTV ANTROP. Em abono da verdade, “a RL já aplicava pela força” algumas alterações ao AE, que não resultaram de negociação, nem de aceitação dos trabalhadores a exemplo dos “TEMPOS DE DISPONIBILIDADE”. Ainda hoje os trabalhadores questionam a forma como são pagos, tendo em conta a apresentação dos recibos de vencimento,
AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA
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AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA
Perante as ocorrências verificadas na empresa Rodoviária de Lisboa, não podemos deixar de lamentar a forma displicente com que a administração da empresa está a tratar os seus trabalhadores e ainda lamentamos mais que uma comissão de trabalhadores a quem a administração da empresa ocorre sempre que pretende contornar os sindicatos, dê cobertura não só aos maus tratos que os trabalhadores estão a sofrer bem como aos sucessivos incumprimentos de que estão a ser alvos. Vejamos:
1. Da mesma forma que todos os trabalhadores motoristas e outros foram notificados da entrada em vigor da Lay-off na empresa e os termos em que a mesma ocorreria, também qualquer alteração que se verifique na mesma, ainda que aprovada pela segurança social, deve ser comunicada formalmente e individualmente a cada trabalhador sob pena de o mesmo, ao não tomar conhecimento dessas alterações, não estar obrigado ao seu cumprimento.
2. A Lay-off, nos termos e que está a ser aplicada aos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa, não suspende as relações de trabalho e como tal não pode pôr em causa os direitos e garantias dos trabalhadores. Significa isto que não obstante o período de trabalho semanal ter sido reduzido, o mesmo não pode ser contabilizado mensalmente como se de banco de horas se tratasse, ou seja, sejam 16 horas, sejam agora 24 horas, terão de ser distribuídas nos 5 dias de trabalho sem prejudicarem o descanso semanal e complementar de cada trabalhador e sem determinar qualquer período de trabalho suplementar.
AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DO TEJO
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IRRESPONSABILDADE SOBREPÕE-SE AO INTERESSE PÚBLICO!
O nosso país atravessa uma das situações mais difíceis e mais indefinidas que há memória, em face da pandemia do Coronavírus que atinge toda a Europa e restantes países mundiais. São consequências terríveis que todos estamos enfrentando, com um desgaste psíquico, social e monetário tremendo, agravado com a incerteza do que poderá representar, no futuro de todos nós e dos nossos filhos. A forma como os trabalhadores do setor dos transportes e outros têm enfrentado a situação, a sua determinação para continuarem a fazer girar o país, mesmo com riscos tremendos de contágio e contaminação para a sua saúde, é de enaltecer e valorizar. A nível do Grupo Tejo existe hoje, uma situação preocupante com um caso positivo (filial de Santarém) que se lamenta e se deseja rapidamente ultrapassado de molde a que o nosso colega recupere completamente para a regressar a sua atividade normal, sem qualquer problema futuro.






