Sobre as eleições legislativas de 6 de Outubro de 2019
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POSIÇÃO DA CGTP-IN
Sobre as eleições legislativas de 6 de Outubro de 2019
A luta dos trabalhadores ao longo da legislatura que agora termina e a opção de voto do povo português nas eleições de 6 de Outubro, para a Assembleia da República foram determinantes para impedir a maioria absoluta do PS, derrotar o PSD e o CDS e apontar o rumo que a nova correlação de forças no Parlamento deve seguir para assegurar o desenvolvimento económico e social do país e valorizar o trabalho e os trabalhadores.
Os portugueses, ao recusarem os apelos, mais ou menos explícitos, para uma maioria absoluta, expressaram de forma inequívoca que a estabilidade económica e social não é compatível com a política laboral de direita que sempre foi usada para atacar os direitos dos trabalhadores, promover a injustiça e fomentar as desigualdades, nem com a prepotência e a arrogância próprias do poder absoluto.
A expressiva derrota do PSD e do CDS confirma que os trabalhadores e povo não esqueceram e não querem voltar a ser confrontados com a política de cortes nos salários, pensões e direitos, com o empobrecimento laboral e o questionamento da soberania nacional. Apesar do aparecimento de pequenos partidos ligados à extrema direita, um deles com concepções xenófobas e racistas, a esmagadora maioria do eleitorado rejeitou a visão neoliberal, securitária, reacionária e colonialista que lhe está associada, bem como as propostas de redução dos impostos para o capital, a privatização dos serviços públicos e das funções sociais do Estado e a fragilização dos direitos laborais.
trabalho à distância ou regras de confinamento domiciliário
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COVID-19: implementar o trabalho à distância ou regras de confinamento domiciliário
Camaradas, Neste período difícil que estamos a passar, reinventam-se formas de estar, trabalhar, agir e intervir. É neste contexto que, no âmbito da segurança e saúde no trabalho, a CGTPIN entende chamar a atenção para algumas realidades. Assim: Dos contactos que temos feito com muitos dirigentes sindicais a propósito da decisão de mandar os trabalhadores para casa em confinamento domiciliário, de forma alternada, constatam-se práticas, tanto nos locais de trabalho do sector público como do privado, que não são as mais aconselháveis. Fazer dois ou três dias de trabalho e depois ir para casa dois ou três dias não é aconselhável. Neste sistema, um/a trabalhador/a pode ser infectado e, durante os dias que vai trabalhar presencialmente, infectar outros trabalhadores sem que se saiba. Considerando que, com a declaração do estado de emergência, o teletrabalho foi tornado obrigatório, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções desempenhadas o permitam1 , sempre que este não seja possível, no âmbito da segurança e saúde no trabalho, aconselha-se a que as empresas optem por períodos alternados de 14 dias de confinamento domiciliário, como forma de proteger os trabalhadores e assegurar o funcionamento dos serviços/empresas.
VALORIZAR OS SALÁRIOS E TODAS AS PROFISSÕES
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na negociação do novo AE, o objectivo central é:na negociação do novo AE,o objectivo central é:
VALORIZAR OS SALÁRIOS E TODAS AS PROFISSÕES
Na última reunião realizada no dia 17/09 a FECTRANS, registou que a administração nãoNa última reunião realizada no dia 17/09 a FECTRANS, registou que a administração nãocumpriu com o envio, que assumiu, dos elementos necessários para poder apresentar umaproposta de tabela salarial para os setores administrativos e comerciais. Tendo estareassumido que os enviará logo que possível.Foi concluída a negociação do clausulado geral.
TST, reunião dia 2 de março
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AOS TRABALHADORES DA TST
Os sindicatos STRUP, SITRA E SNM, informam:
Na sequência das conclusões do plenário geral de trabalhadores, realizado em 6 de fevereiro de 2020, das quais foi dado conhecimento à administração da empresa, veio esta a marcar uma reunião com os sindicatos para o próximo dia 2 de março de 2020, às 14.30 horas na sede da empresa.
Após a reunião será feita uma síntese informativa aos trabalhadores.




